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Chipre reabre parcialmente os aeroportos para voos internacionais

O Chipre reabriu hoje os aeroportos para voos procedentes de alguns países estrangeiros, na esperança de que as praias e a promessa de tratamento médico gratuito para casos de covid-19 permitam a recuperação do turismo.

Chipre reabre parcialmente os aeroportos para voos internacionais
Notícias ao Minuto

17:27 - 09/06/20 por Lusa

Mundo Covid-19

Três meses depois do anúncio do confinamento na ilha, o ministro dos Transportes, Yannis Karusos, recebeu as primeiras 22 pessoas que chegaram ao aeroporto de Lárnaca num voo desde Telavive, depois do cancelamento a 21 de março de todos os voos de saída e entrada no Chipre.

"Hoje, depois de dois meses e meio, a conectividade da nossa ilha com outros 19 países foi restabelecida. Os aeroportos cipriotas estão a abrir com otimismo", publicou Karusos na rede social Twitter.

Atualmente, entre os países com acesso aos aeroportos cipriotas estão Israel, Grécia, Alemanha, Áustria, Bulgária e Malta, considerados pelas autoridades como de "baixo risco" devido às condições epidemiológicas, ao contrário do Reino Unido e da Rússia, que não figuram na lista.

Para atrair mais turistas para a ilha, muito dependente do turismo, que gera 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Chipre prometeu cobrir os custos médicos de qualquer visitante que teste positivo à covid-19 durante as férias.

As autoridades estimam que vão perder 70% dos quase quatro milhões de turistas anuais, apesar dos poucos casos de coronavírus registados. Na segunda-feira, havia 970 infeções confirmadas e apenas 18 mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 406 mil mortos e infetou mais de 7,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes.

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