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ONU está empenhada na resolução do conflito israelo-palestiniano

A Organização das Nações Unidas (ONU) continua empenhada em apoiar os palestinianos e israelitas na resolução do conflito, com base nas resoluções da ONU, lei internacional e acordos bilaterais, afirmou hoje o secretário-geral daquela instituição, António Guterres.

ONU está empenhada na resolução do conflito israelo-palestiniano

António Guterres referiu que a ONU está empenhada em concretizar a visão de dois estados "a viver lado a lado em paz e segurança dentro de fronteiras reconhecidas, na base das fronteiras estabelecidas pré-1967".

A mensagem do secretário-geral das Nações Unidas foi divulgada pelo seu porta-voz, Stéphane Dujarric, que referiu que António Guterres assistiu ao anúncio do plano de paz para o Médio Oriente apresentado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington.

"A posição da ONU em relação à solução de dois estado foi definida, ao longo dos anos, pelas resoluções do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral das Nações Unidas, às quais o secretariado está vinculado", vincou Dujarric.

Donald Trump apresentou hoje a "visão" que tem de um plano de paz no Médio Oriente, referindo que se trata de uma "solução realista de dois estados" e anunciou Jerusalém como a "capital indivisível" de Israel.

Ao lado do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, o Presidente dos Estados Unidos apresentou o plano de paz para o Médio Oriente, explicando que a aceitação do nascimento de um estado palestiniano deve estar condicionada a uma "clara rejeição do terrorismo".

Trump acrescentou que este plano vai agradar a todas as partes, ignorando a rejeição desta ideia pelas autoridades palestinianas, por considerarem que é demasiado próxima dos interesses de Israel.

Donald Trump anunciou também que o plano admite uma capital da Palestina em Jerusalém oriental, mas a cidade será uma "capital indivisível", lembrando que os Estados Unidos já tinham aplicado essa condição quando anunciaram a transferência da embaixada norte-americana em Israel para esta cidade.

O chefe do Governo de Israel, Benjamin Netanyahu, congratulou-se com o plano de Washington, considerando que reconhece a soberania israelita sobre o Vale do Jordão e partes da Judeia e Samaria (Cisjordânia).

O Hamas reagiu, entretanto, ao plano de paz proposto por Trump, rejeitando as "conspirações" anunciadas pelos Estados Unidos e Israel e que "todas as opções estão em aberto" para uma resposta.

"Temos a certeza de que o povo palestiniano não deixará estas conspirações passarem. Por isso, todas as opções estão em aberto. A ocupação (israelita) e a administração dos EUA assumirão a responsabilidade pelo que fizeram", afirmou o responsável do Hamas Al-Hayya.

Moscovo considera que israelitas e palestinianos devem negociar diretamente.

Já a União Europeia defende que o plano de paz para o Médio Oriente permite "relançar esforços urgentemente necessários" para a negociação entre israelitas e palestinianos.

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