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Vírus. Pequim pede aos mercados financeiros para reagirem "racionalmente"

O regulador chinês dos mercados financeiros apelou hoje aos investidores para "analisarem racionalmente" o impacto da epidemia de pneumonia viral, enquanto o banco central chinês promete manter "ampla liquidez" no sistema financeiro.

Vírus. Pequim pede aos mercados financeiros para reagirem "racionalmente"

As bolsas de Xangai e Shenzhen estão atualmente fechadas para o período de férias do Ano Novo Lunar e o encerramento foi prolongado até 2 de fevereiro, inclusive, indicaram os operadores das duas praças.

O adiamento da reabertura das bolsas está em sintonia com a decisão de Pequim de prolongar as férias em geral para evitar uma afluência em massa aos transportes e conter os riscos de maior propagação do coronavírus.

Sem saber como vão reagir os mercados chineses na reabertura, em 03 de fevereiro, as bolsas mundiais têm já sentido os efeitos da epidemia.

As empresas financeiras e os corretores "devem incitar ativamente os investidores a analisarem racionalmente e com objetividade o impacto da epidemia e aderir ao princípio do investimento a longo prazo", segundo uma circular da Comissão de Regulação dos Mercados Financeiros divulgada hoje e citada pela AFP.

Na mesma circular, o regulador chinês pede também aos agentes financeiros que se preparem para realizar transações fora dos locais habituais devido à epidemia.

O banco central chinês divulgou igualmente um comunicado para tranquilizar os investidores, garantindo que fará uma injeção de fundos no sistema financeiro, no próximo dia 03, através das chamadas operações regulares de mercado aberto.

Estas operações e o recurso a outros instrumentos de política monetária serão utilizados o tempo necessário para garantir ampla liquidez no sistema bancário, segundo o comunicado.

O novo coronavírus foi detetado no final do ano na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei (centro da China), que tem 11 milhões de habitantes.

No mais recente balanço oficial do surto, a China confirmou 106 mortos e mais de 4.000 infetados.

As autoridades chinesas, que já admitiram que a capacidade de propagação do novo vírus se reforçou, decretaram restrições drásticas de viagens em todo o país para tentar conter a epidemia.

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