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Japão quer retirar japoneses de Wuhan. Shangai com acessos limitados

O Governo japonês está a tentar retirar os seus cidadãos que queiram abandonar a cidade de Wuhan, cujos acessos estão impedidos, enquanto em Shangai as linhas de autocarro de longa distância também já foram suspensas.

Japão quer retirar japoneses de Wuhan. Shangai com acessos limitados

Continua o processo de retirada de estrangeiros da cidade de Wuhan, no centro da China, onde no final do ano passado surgiu o coronavírus que já matou mais de meia centena de pessoas.

Hoje, foi a vez de o primeiro-ministro japonês anunciar que está em negociações com o Governo chinês para conseguir retirar de Wuhan -- cujas entradas e saídas estão bloqueadas -- todos os cidadãos nacionais que pretendam abandonar a cidade.

O consulado norte-americano já tinha anunciado essa decisão e o governo francês disse estar a equacionar a retirada dos cidadãos franceses daquela região.

Em Portugal, as autoridades anunciaram no sábado que estão a cooperar com outros países europeus para reforçar o apoio aos portugueses que se encontrem em Wuhan, tendo admitido a possibilidade de os retirar da cidade.

Entretanto, as autoridades da cidade de Shanghai anunciaram hoje a suspensão imediata das linhas de autocarro de longa distância, no quadro das medidas destinadas a controlar a epidemia.

A capital económica chinesa, onde vivem cerca de 24 milhões de habitantes, segue assim medidas semelhantes às já tomadas por outras cidades como Pequim, Tianjin ou Xian.

Em sentido contrário, os governantes da metrópole de Shantou, no sul da China, anunciaram hoje que não irão bloquear os acessos à cidade, onde vivem cerca de 5,6 milhões de pessoas.

Situada a menos de mil quilómetros de Wuhan, Shantou decidiu suspender temporariamente os serviços prestados pelos transportes públicos, mas garante que não será interdito o acesso de veículos e pessoas.

O vírus que apareceu no final do ano passado em Wuhan provocou a morte a 56 pessoas, segundo o último balanço da Comissão Nacional de Saúde chinesa, que fala ainda em 1.975 pessoas infetadas, das quais 324 em estado grave.

Além da China continental, há quase meia centena de infeções confirmadas em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Austrália e Canadá.

Os sintomas associados à infeção causada pelo coronavírus com o nome provisório de 2019-nCoV são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, como falta de ar.

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