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PGR diz que há mais angolanos a entregarem riqueza adquirida

O procurador-geral da República (PGR) de Angola disse hoje que há mais angolanos a colaborarem com a justiça e a entregarem bens e ativos adquiridos com o dinheiro do Estado.

PGR diz que há mais angolanos a entregarem riqueza adquirida
Notícias ao Minuto

19:56 - 22/01/20 por Lusa

Mundo Angola

Hélder Pitta Grós, que concedeu hoje uma entrevista a órgãos de comunicação social públicos angolanos, disse que há "mais cidadãos a colaborarem do que no princípio", salientando que já há processos que se encontram em tribunal e outros em fase de investigação e instrução.

Segundo o PGR, os processos do antigo governador de Luanda e deputado, Higino Carneiro, do antigo ministro da Comunicação Social e deputado, Manuel Rabelais, e do ex-embaixador de Angola na Etiópia, Arcanjo do Nascimento, vão ser remetidos a tribunal.

"Temos estado a fazer um trabalho ativo para a recuperação de bens e temos tido algum sucesso", referiu.

O magistrado angolano avançou que inicialmente os cidadãos "não estavam a acreditar que o processo (de combate à corrupção) fosse avante, que esse combate não passasse de uma falácia".

"Mas agora que estão a verificar que esse combate está a ser feito, que está a trazer resultados, que está a atingir pessoas que até então era inimaginável que pudessem estar na situação em que estão, estão a ter consciência e nesse momento estão de facto a surgir, a contactar-nos e temos estado a colaborar com estas pessoas", frisou.

A colaboração tem sido, segundo Hélder Pitta Grós, a nível de entrega de bens em alguns casos e noutros com pedidos de informação.

"Há toda uma série de situações que têm surgido. Temos as portas abertas, o importante é que o cidadão venha e colabore com a justiça, esse é o principal e primeiro passo que deve ser dado e a partir daí vamos ver como podemos ajudá-lo também, no sentido de os tribunais terem em conta que o cidadão teve esse gesto, de forma voluntária surgiu para fazer a entrega de bens, quer ativos, quer património", salientou.

E o procurador-geral concluiu: "Mas o importante é que eles venham até aos órgãos de justiça".

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