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Brasileiro entre detidos trocados pela Ucrânia e separatistas pró-Rússia

Um cidadão brasileiro está entre os 200 prisioneiros trocados entre o Governo ucraniano e rebeldes separatistas apoiados pela Rússia no domingo, num movimento que visa pôr fim ao conflito armado de cinco anos, revelou a imprensa.

Brasileiro entre detidos trocados pela Ucrânia e separatistas pró-Rússia

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil declarou não ter autorização para revelar a identidade do prisioneiro, mas afirmou que o cidadão optou por ser encaminhado para território russo, segundo o portal de notícias G1.

A troca, que aconteceu num posto de controlo perto da cidade ucraniana de Horlivka, controlada pelos rebeldes, fazia parte de um acordo intermediado no início deste mês, numa cimeira dos líderes da Ucrânia, Rússia, Alemanha e França.

Segundo dados de funcionários das repúblicas populares de Donetsk e Luhansk [os dois governos separatistas na área rebelde em causa], o executivo ucraniano entregou 124 pessoas e os separatistas libertaram 76.

Entre os libertados pela Ucrânia estão cinco ex-membros da força especial de polícia Berkut, agora dissolvida, que foram acusados de matar manifestantes em Kiev, capital do país, em 2014, informou o 'site' de notícias ucraniano Hromadske.

O Serviço de Segurança da Ucrânia declarou que os 76 libertados pelos rebeldes incluem 12 oficiais, dois dos quais estavam mantidos capturados desde 2015, após serem emboscados enquanto escoltavam feridos para fora da batalha de Debaltseve, que destruiu grande parte da cidade.

A estação de rádio 'Free Europe/Radio Liberty', financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), disse que dois de seus colaboradores, Stanislav Aseyev e Oleh Halaziuk, mantidos em cativeiro desde 2017, estão entre os libertados.

A última troca de prisioneiros entre os dois países ocorreu em setembro, envolvendo 70 detidos, naquela que foi a primeira desde o início da guerra no leste do país, em 2014.

O conflito entre a Ucrânia e os separatistas pró-russos, iniciado em 2014 logo após a anexação da península da Crimeia pela Rússia, em março, já provocou mais de 13 mil mortos.

Para já, Moscovo e Kiev concordaram numa consolidação do cessar-fogo, na troca massiva de prisioneiros e numa nova retirada de tropas de três zonas no primeiro trimestre de 2020.

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