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Nicolás Maduro converte residência presidencial em centro cultural

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, converteu, na sexta-feira, a residência presidencial La Casona num centro cultural com o nome de Aquiles Nazoa, para assinalar o centenário do nascimento deste escritor, jornalista e humorista venezuelano (1920-1976).

Nicolás Maduro converte residência presidencial em centro cultural

Desde 1964 que La Casona era a residência oficial do Presidente da Venezuela.

"Estará aberto ao público de quinta a domingo. Podem vir com a família, caminhar pela Casona e conhecer a história desta casa presidencial que a partir de hoje é Casona Cultural Aquiles Nazoa", disse Nicolás Maduro.

O Presidente, que falava no local, a leste de Caracas, explicou que no próximo ano, a 17 de maio, terá lugar o centenário do nascimento de Aquiles Nazoa e que o novo centro cultural, com o nome do escritor, acolherá distintas expressões artísticas.

O centro irá também acolher um módulo de política social, de promoção da gravidez e do parto em "condições harmoniosas", que o 'madurismo' chama de "parto humanizado".

Apesar de La Casona ser oficialmente a residência presidencial, Nicolás Maduro, que desde 2013 preside os destinos da Venezuela, nunca a habitou.

Em várias ocasiões a imprensa venezuelana referiu que foi ocupada, até há pouco tempo, por familiares do falecido líder socialista Hugo Chávez (que presidiu o país entre 1999 e 2013).

Em 1989, quando Carlos Andrés Pérez (1922 - 2010) exercia o segundo mandado como Presidente da República, La Casona foi alvo de um dos ataques de um frustrado golpe de Estado, com as televisões a popularizar as imagens de viaturas militares a atacar os portões.

Antes da chegada de Hugo Chávez ao poder, La Casona funcionou também como um local para encontros diplomáticos e culturais, acolhendo vários presidentes estrangeiros, entre eles os norte-americanos Jimmy Carter e Bill Clinton.

Por outro lado, Nicolás Maduro decretou ainda, na sexta-feira, que o Dia Nacional do Teatro passará a celebrar-se localmente a 13 de novembro e não a 28 de junho, como acontecia desde 1978.

Um outro decreto assinado sexta-feira por Nicolás Maduro obriga as emissoras de rádio e canais de televisão do país a difundir a música venezuelana nos horários estelares (com maior sintonia de telespetadores e radiouvintes).

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