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Rei propõe investidura de Pedro Sánchez para primeiro-ministro

Esta quarta-feira foi o segundo e último dia das audiências dos partidos espanhóis com o rei Felipe VI.

Rei propõe investidura de Pedro Sánchez para primeiro-ministro

Felipe VI escolheu - novamente - o líder do PSOE, Pedro Sánchez, para ser investido como primeiro-ministro do governo espanhol. O rei concluiu esta quarta-feira a ronda de audições com os líderes dos partidos políticos sobre a formação do governo. 

A informação foi revelada pela líder do Parlamento espanhol Meritxell Batet.

Em reação, Sánchez garantiu: "É uma tarefa que assumo com honra e enorme gratidão".

O candidato à investidura compromete-se a formar um governo progressista e de diálogo. "Existem forças políticas a instalar um bloqueio. O PSOE espera que não haja terceiras eleições. Espanha precisa de um período de estabilidade. O mais importante é o quê e depois o quando", disse.

"Precisamos de grandes acordos de consenso. Será uma tarefa complexa, mas entusiasmante", explicou ao referir que irá chamar os líderes partidários, Pablo Casado, do PP, e Inés Arrimadas, do Ciudadanos, na segunda-feira, bem como com os presidentes das regiões autónomas. Adriana Lastra, a porta-voz socialista, vai reunir-se com todos os partidos.

Os representantes dos 19 partidos foram recebidos por ordem crescente da sua representatividade, começando com o deputado do Foro Astúrias, Isidro Martínez Oblanca, e terminando com o chefe do Governo em exercício e líder do PSOE , Pedro Sánchez.

Depois de o seu encontro com o rei, Pablo Iglesias, líder do Unidas Podemos, mostrou-se "prudente e ótimista", revelando o desejo de que "haja governo rapidamente". "Seria bom para Espanha que a investidura fosse antes do final do ano", confessou.

PSOE e Unidas Podemos (extrema-esquerda) já têm um pré-acordo de Governo, mas precisam que a ERC (Esquerda Republicana da Catalunha, independentista) se abstenha na votação de investidura e permita a formação do novo executivo.

Recorde-se que um mês depois das eleições legislativas, ainda não há governo em Espanha e neste momento, Sánchez ainda não tem os apoios necessários para ser investido no lugar pelo parlamento.

As negociações arrastam-se há várias semanas, não sendo ainda possível dizer se o novo executivo pode tomar posse antes do fim do ano, como os socialistas gostariam.

[Notícia em atualização]

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