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EUA oferecem 4,5 milhões por captura de suposto líder de cartel de droga

Os EUA ofereceram cinco milhões de dólares (4,5 milhões de euros) por informações que levem à captura do mexicano Fausto Isidro Meza Flores, suposto líder de um grupo criminoso.

EUA oferecem 4,5 milhões por captura de suposto líder de cartel de droga
Notícias ao Minuto

06:25 - 07/12/19 por Lusa

Mundo Meza Flores

A embaixada norte-americana naquele país afirmou em comunicado que Meza, também conhecido como 'Chapo Isidro', e que se crê que resida atualmente no México, é o líder da organização criminosa transnacional Meza Flores, uma importante organização de narcotráfico sediada no estado de Sinaloa.

A recompensa foi anunciada no dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que desistiu "temporariamente" de classificar os cartéis de droga mexicanos como "organizações terroristas", a pedido do chefe de Estado daquele país, Andres Manuel Lopez Obrador.

"Todo o trabalho necessário foi feito para classificar os cartéis mexicanos de organizações terroristas e, do ponto de vista jurídico, estamos prontos para fazer isso", escreveu Trump na rede social Twitter.

"No entanto, a pedido de um homem a quem aprecio e respeito, e que tem trabalhado tão bem connosco, o presidente Andrés Manuel Lopez Obrador, desistiremos temporariamente dessa designação e reforçaremos os nossos esforços conjuntos para lutar efetivamente contra essas organizações perigosas que crescem cada vez mais! ", acrescentou.

Três mulheres e seis crianças de uma comunidade mórmon norte-americana no norte do México foram assassinados no início de novembro num ataque atribuído aos cartéis, altamente influentes na região de fronteira.

Washington instou o México a "declarar guerra" contra esses cartéis e Donald Trump disse que os Estados Unidos estavam prontos para ajudar.

Uma proposta rejeitada pelo México, cujo presidente Andrés Manuel Lopez Obrador disse em 29 de novembro que recusaria qualquer operação militar dos EUA no seu país.

"Não permitiremos que pessoas armadas operem em nosso território", disse, ressalvando, contudo, as suas "muito boas relações" com Donald Trump.

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