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Pompeo diz que reunião com Netanyahu foi "produtiva"

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou hoje que a reunião com o primeiro-ministro israelita ocorrida em Lisboa foi "produtiva", explicando que foi discutida a "influência destabilizadora do Irão na região".

Pompeo diz que reunião com Netanyahu foi "produtiva"
Notícias ao Minuto

22:25 - 04/12/19 por Lusa

Mundo Irão

"Netanyahu e eu tivemos outra reunião produtiva esta noite em Lisboa. Debatemos os esforços para contrariar a influência desestabilizadora do Irão na região, a importância da cooperação económica com os parceiros regionais e outras questões relacionadas com a segurança de Israel", referiu Mike Pompeo, numa mensagem divulgada na rede social Twitter.

Já o primeiro-ministro israelita elogiou hoje em Lisboa as sanções dos Estados Unidos contra o Irão e disse que a pressão financeira fez aumentar os protestos contra a influência de Teerão no Médio Oriente, pedindo medidas mais duras.

Ao pronunciar-se ao lado do secretário de Estado norte-americano, antes do encontro dos dois em Lisboa, Netanyahu disse que o Irão era o primeiro, o segundo e o terceiro assunto a colocar.

"Enquanto falamos, o Irão está a incrementar a sua agressão", acusou, acrescentando: "Estamos ativamente envolvidos em contrariar essa agressão".

Pompeo e Netanyahu cruzaram-se e cumprimentaram-se no 'hall' de um hotel do centro de Lisboa às 18:27, seguindo para uma sala próxima onde estavam os jornalistas que acompanharam as viagens para Lisboa do secretário de Estado norte-americano e do primeiro-ministro israelita e uma 'pool' de jornalistas designados por 'media' internacionais, que não integrou qualquer órgão de imprensa português.

Israel considera o Irão o seu principal inimigo, referindo-se ao seu envolvimento na vizinha Síria, e no apoio a grupos militares na região do Médio Oriente e do Golfo Pérsico. Israel também acusa o Irão de pretender dotar-se de uma bomba nuclear, uma acusação negada pelos iranianos.

Nas últimas semanas, a forças iranianas, de acordo com diversas organizações não-governamentais, mataram cerca de 200 pessoas em manifestações contra o aumento do preço dos combustíveis. Os protestos também alastraram a governos pró-iranianos no Líbano e Iraque, forçando à demissão dos respetivos primeiros-ministros.

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