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Trump: Pelosi disse que há evidências de abuso de exercício de poder

A presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, disse hoje que há evidências claras de que o Presidente Donald Trump utilizou o seu cargo abusivamente para obter ganhos pessoais, no caso ucraniano.

Trump: Pelosi disse que há evidências de abuso de exercício de poder
Notícias ao Minuto

17:39 - 21/11/19 por Lusa

Mundo Trump

A líder Democrata, que ordenou a abertura do processo de inquérito para destituição de Trump, em outubro, disse que o Presidente "minou a segurança social dos Estados Unidos", ao ter pressionado o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, para investigar uma alegada atividade de corrupção do seu rival e antigo vice-Presidente Joe Biden.

Nancy Pelosi acrescentou que os parlamentares envolvidos na comissão de inquérito, no Congresso, ainda não decidiram que acusações poderão imputar a Trump e que não está ainda definido se tentarão ouvir testemunhas adicionais.

Ao longo das últimas duas semanas, a comissão de inquérito já ouviu várias testemunhas - em sessões públicas que se seguiram a um processo inicial de inquirições à porta fechada -- incluindo vários assessores da Casa Branca e funcionários do Departamento de Estado.

Pelosi também disse que não pretende suspender o inquérito para esperar que os tribunais federais decidam se algumas testemunhas serão mesmo obrigadas a comparecer, depois de a Casa Branca se ter negado a colaborar com o processo, inviabilizando a audição de algumas figuras próximas do Presidente, alegando que o inquérito é "uma perda de tempo" e uma "caça às bruxas".

Entre as figuras que fizeram entrar processos judiciais para determinar se devem comparecer, encontra-se John Bolton, ex-assessor de segurança nacional da Casa Branca, que muitos Democratas consideram ser uma peça-chave para o entendimento do processo.

Donald Trump, 73 anos, está sob investigação do Congresso num inquérito para a sua destituição ('impeachment'), acusado de abuso de poder no exercício do cargo.

Trump é suspeito de ter pressionado o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, a investigar uma empresa ucraniana da qual foi administrador o filho do ex-vice-Presidente Joe Biden, dado como favorito a concorrer pelos Democratas nas eleições de 2020, em troca de uma ajuda militar dos EUA.

O 45.º Presidente norte-americano, em funções desde 20 de janeiro de 2017, qualificou a investigação como uma "caça às bruxas".

As audições públicas do inquérito arrancaram em 13 de novembro.

Se as conclusões do inquérito forem aprovadas por maioria simples na Câmara dos Representantes, o processo segue para o Senado, sendo então necessária uma maioria de dois terços para a destituição do Presidente.

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