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Catalunha marcou debate entre candidatos às eleições espanholas

As eleições legislativas espanholas vão decorrer este domingo.

Catalunha marcou debate entre candidatos às eleições espanholas

Os candidatos dos cinco principais partidos espanhóis participaram esta segunda-feira num debate a menos de uma semana das eleições legislativas, que vão ter lugar este domingo. Pedro Sánchez, atual primeiro-ministro e secretário-geral do PSOE, Pablo Casado, do PP, Albert Rivera, do Ciudadanos, Pablo Iglesias, do Unidas Podemos, e Santiago Abascal, do Vox, esgrimiram argumentos. De fora deste debate ficou o candidato do Más Pais, Iñigo Errejón

Sem grande surpresa, num debate dividido em cinco temas, a Catalunha centrou as intervenções dos cinco candidatos e pode revelar-se um factor decisivo para muitos eleitores espanhóis. 

Estas eleições surgem na sequência de uma onda de protestos na Catalunha espoletada pela condenação de nove políticos catalães devido ao papel que desempenharam no referendo ilegal pela autodeterminação da região em 2017. 

Pedro Sanchéz, que na maioria das suas intervenções teve uma postura mais moderada sobre este tema, propôs penalizar quem convocar referendos ilegais e comprometeu-se a trazer de volta para Espanha Carles Puidgemont, que está atualmente na Bélgica.

Como fez notar o El País, excetuando Pablo Iglesias, os restantes quatro candidatos tiveram posições duras relativamente à Catalunha. 

Mais do que uma vez, Pablo Casado fez perguntas diretas a Pedro Sánchez sobre a Catalunha. "A Catalunha é uma nação? Para o senhor Sanchéz sim, a Catalunha é uma nação e Espanha é uma nação de nações", atirou. 

A Catalunha também serviu para Pablo Casado e Albert Rivera tentarem conquistar eleitores à direita, tendo-se envolvido numa disputa particular neste tema particularmente, mas noutros também. 

Já Santiago Abascal falou num golpe de Estado que começou nos "tempos de Puyol e continua com Torra" e propôs a prisão da Generalitat. Ao longo do debate, o líder do Vox falou em questões relacionadas com os imigrantes e chegou a pedir que não se insultasse Trump. 

No caso de não haver uma maioria absoluta nas eleições do próximo dia 10, voltará a ser colocada em cima da mesa a questão dos pactos. Nesse sentido, Albert Rivera mostrou-se disponível a facilitar a constituição de um governo. Mas nenhuma outra possibilidade de pacto para governar ficou esclarecida.

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