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Morte de líder do Daesh é "mais um passo" para derrotar terrorismo

A União Europeia (UE) considerou hoje que a morte do líder do grupo jihadista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, é "mais um passo" para acabar com o terrorismo, mas alertou que esta ainda é "uma grande ameaça".

Morte de líder do Daesh é "mais um passo" para derrotar terrorismo
Notícias ao Minuto

14:04 - 28/10/19 por Lusa

Mundo União Europeia

"Representa mais um passo" para derrotar o terrorismo perpetuado pelo Estado Islâmico, reagiu a porta-voz da diplomacia europeia, Maja Kocijancic, citada pela agência noticiosa Associated Press.

Porém, a responsável ressalvou que este grupo jihadista continua a "ser uma grande ameaça".

"Devemos continuar extremamente vigilantes para mitigar o risco que isso representa", argumentou, nas mesmas declarações.

Maja Kocijancic adiantou que "a luta contra o terrorismo global requer unidade, determinação e colaboração", razão pela qual insistiu na necessidade de garantir estabilidade no norte da Síria.

No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a morte de Abu Bakr al-Baghdadi numa operação militar norte-americana no noroeste da Síria.

"Abu Bakr al-Baghdadi está morto", disse Trump numa comunicação ao país na Casa Branca.

Trump disse que o líder do grupo 'jihadista' se escondeu num túnel durante a operação militar e detonou um colete de explosivos, o que lhe provocou a morte, bem como a três dos seus filhos.

"Morreu como um cão", disse Trump, acrescentando que "morreu como um cobarde, a fugir e a chorar".

Abu Bakr al-Baghdadi era um dos homens mais procurados do planeta e tinha a cabeça a prémio por 25 milhões de dólares.

Na comunicação feita no domingo, Donald Trump agradeceu à Rússia e também à Turquia, ao Iraque, à Síria e às milícias curdas da Síria.

A morte de al-Baghdadi representa um êxito importante de política externa para Trump, numa altura em que o presidente norte-americano enfrenta fortes críticas pela decisão de retirar as tropas norte-americanas do nordeste da Síria.

A retirada, argumentam muitos críticos, pode permitir ao grupo jihadista reagrupar-se e recuperar território que tinha perdido.

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