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Irão pede à ONU que participe na investigação ao petroleiro iraniano

O Irão pediu às Nações Unidas (ONU) que participem na investigação do ataque, este mês no mar Vermelho, contra o petroleiro iraniano Sabiti, que acabou de regressar às águas territoriais iranianas.

Irão pede à ONU que participe na investigação ao petroleiro iraniano
Notícias ao Minuto

11:56 - 22/10/19 por Lusa

Mundo Mar Vermelho

A República Islâmica salientou numa carta ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que o ataque foi realizado por agentes apoiados por um Estado e que, portanto, é "um ato de terrorismo", indicou hoje a agência de notícias iraniana Mehr.

A carta, entregue pela missão permanente do Irão na ONU, explica que as autoridades iranianas já iniciaram uma investigação sobre o ataque, mas querem que especialistas da organização internacional participem no processo.

No passado dia 11 de outubro, o petroleiro iraniano Sabiti foi atacado com mísseis no Mar Vermelho, a cerca de 100 quilómetros da cidade saudita de Jeddah.

O Presidente iraniano, Hasan Rohani, disse na altura que este ataque não é obra de uma pessoa ou de um grupo, mas de "um Governo", que não citou, enquanto o chefe da diplomacia, Mohamad Yavad Zarif, acusou um ou dois países.

"Qualquer Governo que o fez deve esperar as suas consequências", alertou Rohani, especificando que dois mísseis atingiram a embarcação.

Sabiti, pertencente à Companhia Nacional de Petróleo do Irão (NIOC), regressou ao Irão e espera-se que descarregue o seu petróleo em dois dias na ilha de Jark, no sul.

Em seguida, a embarcação irá para o porto da cidade de Bandar Abas para ser verificado e reparado, segundo a NIOC.

Este incidente aumentou a tensão na área, depois de se juntar ao ataque em 14 de setembro, com veículos aéreos não tripulados ('drones') contra duas instalações da empresa estatal de petróleo Aramco, da Arábia Saudita.

Desde maio passado, registaram-se vários incidentes de segurança em torno do petróleo e os Estados Unidos responsabilizaram o Irão em quase todos os casos, no entanto, o Governo de Teerão negou qualquer envolvimento nos incidentes.

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