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Irão rejeita acusação de Boris Johnson sobre ataque a petrolífera saudita

O Governo iraniano criticou hoje Boris Johnson, após o primeiro-ministro britânico ter revelado no domingo que o Reino Unido considera o Irão responsável pelos ataques à indústria petrolífera da Arábia Saudita.

Irão rejeita acusação de Boris Johnson sobre ataque a petrolífera saudita

A agência noticiosa iraniana ISNA informou que o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Abbas Mousavi, criticou os "infrutíferos esforços contra a República islâmica do Irão" e considerou que o Governo britânico "deveria terminar a venda de armas letais à Arábia Saudita", envolvida no conflito do Iémen desde 2015.

No domingo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, acusou o Irão de ser, muito provavelmente, responsável pelos ataques às duas instalações petrolíferas na Arábia Saudita.

"Posso dizer que o Reino Unido atribui ao Irão, com muito alto grau de probabilidade, os ataques à Aramco (a gigante petrolífera saudita)" de 14 de setembro, disse o líder conservador a bordo de um avião a caminho de Nova Iorque, onde vai participar na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, Boris Johnson deverá encontrar-se com o Presidente iraniano, Hassan Rohani.

Os rebeldes Huthis reivindicaram os ataques de 14 drones e mísseis na Arábia Saudita, que resultaram na redução da produção de petróleo no reino em 5,7 milhões de barris por dia, ou seja, 6% da produção mundial.

A Arábia Saudita também acusou o Irão, mas Teerão continua a negar qualquer responsabilidade. Analistas consideram que os mísseis de cruzeiro utilizado não tinham o alcance registado caso fossem disparados do Iémen.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, que visitou a Arábia Saudita na quarta-feira, falou em "ato de guerra" por parte do Irão.

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