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Estas são as descobertas científicas mais estranhas do ano

Os vencedores incluem o dinheiro mais sujo, a indicação do consumo de pizza para benefícios de saúde ou a patente de uma máquina para mudar fraldas.

Estas são as descobertas científicas mais estranhas do ano

Treinar cirurgiões é tão fácil como treinar golfinhos ou cães. Pelo menos de acordo com um estudo que ganhou esta quinta-feira o Prémio IgNobel, uma distinção para as descobertas cientificas mais estranhas do ano.

Os vencedores incluem o dinheiro mais sujo, a indicação do consumo de pizza para benefícios de saúde ou a patente de uma máquina para mudar fraldas.

Karen Pryor, Theresa McKeon e I. Martin Levy descobriram, por exemplo, que uma técnica comum usada para treinar animais, recorrendo a um aparelho de clique para reforçar estímulos, pode ser ser usada para treinar melhores cirurgiões. "Com o nosso método, eles [cirurgiões] aprendem a usar as ferramentas com grande confiança e calma e transformam-se em pessoas calmas, aprazíveis e serenas", explicou Karen Pryor, citada pela Associated Press.

Outro dos galardoados foi o estudo sobre o dinheiro mais sujo. Andreas Voss e os seus colegas descobriram que os germofóbicos talvez queiram ficar longe das notas dos bancos romenos. Segundo a pesquisa há três tipos de bactérias resistentes a medicamentos que ficam agarradas mais tempo às notas da Roménia em comparação a outros tipos de dinheiro internacional, incluindo o euro.

Para os gulosos, Silvano Gallus ganhou o Ig Nobel por descobrir que a pizza é boa para a saúde, pelo menos a que é consumida em Itália. "Descobrimos que o consumo de pizza em Itália evita várias doenças crónicas influenciadas pela dieta que se segue", explicou, acrescentando que tal está relacionado com os ingredientes utilizados na pizza estarem associados à dieta Mediterrânica.

Os prémios foram criados pela revista de humor científico Annals of Improbable Research e o nome do galardão é um trocadilho com o nome 'Nobel' de Alfred Nobel e a palavra inglesa ignoble (ignóbil, que representa algo 'não nobre', vil ou desprezível).

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