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Termina sequestro em autocarro. Reféns libertados, suspeito abatido

Quase quatro horas depois, terminou o sequestro num autocarro em plena Ponte Rio-Niterói, uma das principais vias do Rio de Janeiro. Todos os reféns, 37 pessoas no total, foram libertados. O suspeito, cuja identidade se desconhece, foi baleado pela polícia e não resistiu aos ferimentos.

Um homem armado fez vários passageiros de um autocarro reféns, esta terça-feira, na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro, uma via importante da segunda maior cidade do Brasil.

O veículo esteve imobilizado no tabuleiro da ponte e a circulação na mesma teve de ser cortada num dos sentidos, desde às 5h20 da manhã (10h20 em Lisboa). O suspeito, que manteve o rosto tapado, terá obrigado o motorista a atravessar o veículo na via e a pará-lo. 

Por volta das 9h (13h em Lisboa), conta o G1, foram ouvidos disparos, seguidos de aplausos. Um atirador de elite baleou mortalmente o suspeito do sequestro, cuja identidade se desconhece.

Inicialmente foi avançado pelo imprensa brasileira que o sequestrador teria sido alvejado numa perna, mas essa informação foi entretanto atualizada. O suspeito acabou por morrer no local.

As motivações para o sequestro mantém-se uma incógnita, mas o homem tinha combustível em sua posse e foi visto a atirar o material inflamável em direção aos polícias. Terá, também, ameaçado pegar fogo ao veículo e aos reféns. Foi, aliás, num momento em que decidiu sair do autocarro e que atirou algo à polícia que foi baleado.

A polícia tentou negociar com o suspeito e este foi libertando reféns. Seis pessoas saíram do autocarro antes de o sequestro terminar, sendo que dentro do veículo permaneceram até ao fim cerca de 32 pessoas. A última refém libertada, uma mulher, desmaiou nos braços dos polícias assim que saiu do autocarro.

"Temos um homem que se identificou como policial militar. Ele parou o ônibus [autocarro] da Galo Branco na Ponte Rio-Niterói" e ameaça despejar "gasolina no ônibus, colocando os passageiros em perigo. Estamos em negociação com ele para liberar mais reféns, não sabemos qual o real propósito dele", explicou Sheila Sena, porta-voz da Polícia Rodoviária Federal, citada por vários media brasileiros quando o sequestro se iniciou.

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Deus proteja o #RiodeJaneiro ..terça feira começa assim .... #Ônibus #ponterioniteroi

Uma publicação partilhada por Dandan (@dandansportv) a 20 de Ago, 2019 às 2:44 PDT

Os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar (PR) foram os responsáveis pela negociações com o sequestrador. Para o local foram acionados também elementos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Ação com Cães (BAC), e atiradores de elite posicionados perto do autocarro.

Refira-se que este sequestro, que durou quase quatro horas, provocou um grande constrangimento de trânsito naquele que é um dos principais acessos da cidade brasileira, sobre a baía de Guanabara, que tem já vários problemas de mobilidade. Segundo o G1 há, neste momento, mais de 80 quilómetros de fila.

[Notícia atualizada às 13h48]

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