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Produtora de De Niro processa ex-'vice' por demasiadas despesas e Netflix

Chase Robinson processada em milhões. Horas a ver 'Friends' entre argumento no processo que deu entrada em tribunal.

Produtora de De Niro processa ex-'vice' por demasiadas despesas e Netflix
Notícias ao Minuto

20:45 - 19/08/19 por Notícias Ao Minuto 

Mundo Chase Robinson

A Canal Productions - produtora do ator Robert De Niro - avançou com um pedido de indemnização de seis milhões de dólares (5,4 milhões de euros) contra uma antiga gestora.

A gestora em causa - Chase Robinson - é acusada de desviar dinheiro e de desperdiçar avultadas fortunas em serviços que pouco tinham que ver com o trabalho. 

Em tempos vice-presidente de produção e finanças da Canal Productions, Chase Robinson abandonou a empresa em abril numa altura em que tinha um salário anual de 300 mil dólares (cerca de 270 mil euros).

Conta a Variety que a Canal Productions alega preocupações com "sabotagem empresarial". 

O processo que já deu entrada em tribunal acusa a gestora de desperdiçar valores avultados em hotéis, Uber, para além de tempo a ver séries na Netflix em alturas em que deveria estar a trabalhar.

A produtora argumenta mesmo que Chase Robinson chegou a fazer uma 'maratona' de 'Friends' na Netflix, tendo visto um total de 55 episódios no espaço de quatro dias. 

Tal terá acontecido o passado mês de janeiro, com a empresa a acusar a antiga colaboradora de desperdiçar "quantidades astronómicas de tempo".  Numa outra altura, também durante quatro dias, a antiga gestora viu igualmente 20 episódios de 'Arrested Development' e outros dez de 'Schitt’s Creek', outras duas séries de comédia.

O período em trabalho que Chase passou a ver 'Friends' coincidiu com outras despesas, nomeadamente de um restaurante de luxo e de um serviço de entrega de comida ao domicílio intitulado Caviar San Francisco. No período de cerca de dois anos que passou na empresa a mesma gestora terá gastado um total de 32 mil dólares (perto de 29 mil euros) em serviços de táxi e Uber

"Ver séries na Netflix não fazia parte nem tinha relação alguma com os deveres e responsabilidades por parte do empregador" e "foi feito como prazer pessoal quando estava a ser paga para trabalhar", acusa o processo.

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