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Paquistão "ajuda muito" os EUA sobre perspetivas de paz no Afeganistão

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o Paquistão "ajuda muito" os EUA nos avanços do processo de paz no Afeganistão, mas garantiu que ganharia a guerra "numa semana", ao receber na Casa Branca o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan.

Paquistão "ajuda muito" os EUA sobre perspetivas de paz no Afeganistão
Notícias ao Minuto

19:07 - 22/07/19 por Lusa

Mundo Trump

"Não penso que, no passado, o Paquistão respeitasse os Estados Unidos. Agora, ajudam-nos muito. (...) Penso que o Paquistão vai fazer muito" em relação ao Afeganistão.

Num período em que têm decorrido conversações entre Washington e representantes dos talibãs afegãos na perspetiva de um acordo de paz, Trump afirmou em paralelo que podia vencer a guerra no Afeganistão "numa semana", mas acrescentou que não pretende seguir "por esse caminho" porque suporia matar "dez milhões de pessoas".

"Poderia ganhar essa guerra numa semana, mas não quero matar dez milhões de pessoas", susteve perante os 'media' e após receber Imran Khan.

"O Afeganistão poderia ser apagado da face da terra. Não quero ir por esse caminho", acrescentou o chefe de Estado norte-americano, e que terá solicitado a Khan que pressione os talibãs a assinarem um cessar-fogo permanente no Afeganistão.

O chefe da Casa Branca também se propôs mediar entre a Índia e o Paquistão sobre a situação em Caxemira.

Previamente, numa alusão ao atual momento de crise com o Irão, Trump admitiu ser "cada vez mais difícil" alcançar um acordo com Teerão que permita reduzir a escalada de tensão entre os dois países, e acusou a potência regional do Médio Oriente "ter faltado ao respeito" a Washington.

"Faltou ao respeito aos Estados Unidos. Não deveria tê-lo feito, francamente é cada vez mais difícil conseguir alcançar um acordo com o Irão... mesmo que tudo seja possível", disse.

O Presidente dos EUA emitiu estas declarações pouco após acusar o Irão, pela rede social Twitter, de ter mentido ao referir que os 17 cidadãos iranianos detidos nesse país trabalhavam para a CIA, como asseguram as autoridades de Teerão.

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