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Bebé sufocado até à morte. O seu choro impedia os pais de fazerem sexo

Os pais foram condenados pelo tribunal em Inglaterra.

Bebé sufocado até à morte. O seu choro impedia os pais de fazerem sexo

Tyler Morgan, um bebé de dois meses, morreu depois de ter sido sufocado pelos pais em 2014. O barulho estava a impedi-los de fazer sexo. O caso chega agora a público depois de o casal ter sido condenado pelo tribunal.

Luke Morgan, de 26 anos, e a mãe Emma Cole, de 22 anos, foram condenados em sede de julgamento em Stafford Crown Court, em Inglaterra. Os arguidos foram considerados culpados dos crimes de crueldade infantil. Luke Morgan recebeu uma sentença de oito anos de prisão, enquanto Emma Cole foi condenada a cinco anos também de prisão.

Já no que ao caso diz respeito, o tribunal deu como provado que o bebé sofreu fraturas nas costelas antes de ser sufocado até à morte na sua casa, em Burntwood, em 28 de abril de 2014. De acordo com a imprensa internacional, o bebé foi colocado na cama, a chorar, pelas 19h, mas continuou a chorar e a gritar. 

Os pais decidiram então beber "uma quantidade significativa de álcool", antes de sufocar o filho. "Estou ciente de que um de vocês, deliberadamente, sufocou a criança e o outro estava ciente do risco e não o protegeu", revelou o juiz. 

Para além das já referidas lesões, o Tyler foi ainda encontrado com o antebraço mordido - uma agressão que o juiz atribuiu a Luke Morgan, o pai. A mãe da criança ainda chegou a contactar o serviço de emergência pela 2h42 da madrugada. Assim que os socorristas chegaram ao local, encontraram o bebé em paragem cardiorrespiratória. Tyler Morgan foi levado para o Hospital Walsall Manor, mas o óbito viria a ser declarado pelas 3h40.  

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