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"Se fosse o Obama". Trump volta a atacar a imprensa: "Inimigo do povo"

Entre ataques à imprensa, Trump apelou ainda à "liberdade de expressão".

"Se fosse o Obama". Trump volta a atacar a imprensa: "Inimigo do povo"

O Presidente dos Estados Unidos voltou a recorrer à sua plataforma predileta de comunicação, o Twitter, para insultar a imprensa.

Numa série de tweets publicados nas últimas horas, Donald Trump volta a chamar à imprensa "inimiga do povo" e "corrupta".

Numa publicação em particular ataca o New York Times e a CNN. "São verdadeiramente o inimigo do povo".

Numa outra queixa-se de ser tratado de forma diferente em relação ao seu antecessor, Barack Obama, o mesmo presidente que Donald Trump acusou durante anos de ser cidadão queniano e não norte-americano, sem provas.

"Se o presidente Obama fizesse os acordos que fiz, sobre a Fronteira e a Economia, a Media Corrupta iria dizer que era incrível e que um feriado nacional seria imediatamente declarado. Comigo, apesar dos nossos registos na Economia e tudo o que fiz, não há crédito!", queixou-se.

Entre as duas publicações, o presidente dos Estados Unidos fez uma outra, esta com queixas sobre o Twitter, que tem eliminado contas e publicações que violam as regras de uso da plataforma, nomeadamente em matérias como discurso violento.

Escreve Trump que "o Twitter devia voltar a permitir as vozes conservadoras banidas" da plataforma. "Chama-se liberdade de imprensa, lembram-se. Estão a cometer um grande erro!".

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