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Daesh reivindica ataque no Egito que matou oito polícias

O Daesh reivindicou hoje a autoria do ataque contra um posto de controlo a norte da península do Sinai, no Egito, que matou pelo menos oito polícias, segundo o seu órgão de propaganda.

Daesh reivindica ataque no Egito que matou oito polícias

"Os combatentes do EI lançaram dois ataques simultâneos contra dois postos de controlo da polícia" em Al-Arich e numa área próxima, indicou a Amaq, órgão de propaganda do grupo extremista, em comunicado.

O Ministério do Interior egípcio confirmou a morte de oito polícias, entre os quais um oficial, e de cinco dos atacantes, de acordo com a agência oficial Mena.

Segundo fontes de segurança citadas pela agência de notícias espanhola Efe, o ataque provocou a morte de 14 egípcios, mas as fontes de segurança citadas pela Associated Press referem apenas a morte de 10 guardas.

O ataque, confirmado pela televisão estatal egípcia, também causou a morte de pelo menos cinco atacantes, sendo que alguns deles conseguiram fugir, refere a Efe, citando uma fonte de segurança na região.

As vítimas foram atacadas enquanto rezavam, já que hoje se comemora o feriado de Eid al-Fitr, que assinala o final do mês do Ramadão.

As autoridades adiantaram que os militantes atacaram o posto de controlo e levaram um veículo blindado para fugir, mas um avião de guerra perseguiu-os no deserto, matando pelo menos cinco pessoas.

O norte do Sinai é a base de operações de Wilayat Sina, organização associada ao EI, que reivindicou a autoria de dezenas de ataques nos últimos anos.

A organização não-governamental Human Rights Watch estima que, desde janeiro de 2014 até junho do ano passado, tenham morrido em combate 3.076 insurgentes e 1.226 membros das forças de segurança, relatório que o Governo egípcio rejeita.

A região está sob o estado de exclusão militar, pelo que a imprensa não pode aceder à zona para verificar as informações de forma independente.

O Egito luta, há vários anos, contra os militantes islamitas na península de Sinai, confrontos que, às vezes, se espalham para o continente, atingindo cristãos e ocasionalmente turistas.

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