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Viveu sozinho, doente e rodeado de ratos. Foi indemnizado em 7 milhões

Serviços sociais norte-americanos tiveram que pagar indemnização recorde ao homem, que ficou sozinho após a morte dos pais, no ano 2000.

Viveu sozinho, doente e rodeado de ratos. Foi indemnizado em 7 milhões

Vernon Gray morava num bungalow no centro de Seattle que foi invadido por ratos. Estima-se, diz o Washington Post, que pelo menos 500 roedores tenham entrado na pequena propriedade.

O norte-americano, que sofre de problemas motores, sempre dependeu dos pais, que o tratavam e alimentavam. Porém, no ano 2000, ambos faleceram, tendo Vernon ficado sozinho na residência. As condições de salubridade foram deteriorando ao longo dos anos, até chegarem os ratos.

Vernon sempre muito acarinhado pela vizinhança, que alertou várias vezes a assistência social sobre o caso do homem. Nunca nada foi feito até 2017, quando a polícia foi obrigada a intervir depois de Vernon ter sido avistado na rua coberto de piolhos e quase cego após anos de negligência.

Na passada quarta-feira, o departamento de assistência social e saúde de Washington acordou pagar a Vernon uma compensação de 8 milhões de dólares (7,1 milhões de euros), que se acredita ser o maior valor alguma vez pago no âmbito de um caso de proteção social.

As autoridades admitem a culpa no caso de Vernon, tendo explicado que o processo foi ficando esquecido após variadas falhas burocráticas, definindo a situação como “trágica”. Em comunicado, os serviços sociais escrevem que “lamentam muito o que aconteceu ao senhor Gray e esperam que consiga melhorar a sua qualidade de vida”.

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