Meteorologia

  • 20 MAIO 2019
Tempo
14º
MIN 12º MÁX 16º

Edição

Governo angolano exorta cidadãos ao "uso responsável" das redes sociais

O secretário de Estado das Telecomunicações angolano, Mário Oliveira, exortou hoje os cidadãos, sobretudo os jovens, para o uso "racional e responsável" das redes sociais e das tecnologias de informação e comunicação.

Governo angolano exorta cidadãos ao "uso responsável" das redes sociais
Notícias ao Minuto

17:00 - 17/05/19 por Lusa

Mundo Redes Sociais

"Incentivo a juventude, em particular, e toda a sociedade, em geral, na utilização racional e responsável dos meios de comunicação e, sobretudo, das redes sociais, tornando-os um meio de aproximação entre as pessoas e igualmente um meio de busca de conhecimento", disse Mário Oliveira.

Segundo o governante, que falava numa cerimónia em saudação ao Dia Mundial da Sociedade de Informação, que hoje se assinala, um dos desafios do Governo angolano é levar os serviços de telecomunicação a "todo o país e a preços acessíveis".

Para Mário Oliveira, o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação evidencia a "função transformadora e estimulante das comunicações e das tecnologias de informação nas sociedades".

"É uma necessidade universal se comunicar e cooperar através das fronteiras. Nos dias de hoje, não podemos falar das telecomunicações e da sociedade de informação sem falar da inclusão digital como um veículo interativo que possibilita os cidadãos a terem acesso às tecnologias de informação e comunicação", concluiu.

Na quarta-feira, o núncio apostólico em Angola e São Tomé considerou, em Luanda, que a utilização das redes sociais constitui uma ocasião para "favorecer o encontro", mas também "pode potenciar o auto-isolamento como uma teia de aranha".

Petar Rajic, que falava durante uma conferência de imprensa de apresentação da mensagem do Papa Francisco por ocasião da 53.ª Jornada Mundial das Comunicações Sociais 2019, sublinhou que as redes sociais devem ser um instrumento para "libertar e proteger".

"A rede que queremos é uma não para aprisionar, mas para libertar e para proteger uma comunhão de pessoas livres, uma rede que permite construir pontes, uma sólida cultura do encontro, na verdade, na justiça e no respeito", afirmou.

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Acompanhe o site eleito pelo segundo ano consecutivo Escolha do Consumidor.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório