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Nova explosão no Sri Lanka perto da capital

Foi ouvida uma nova explosão, não controlada, no Sri Lanka, a cerca de 40 km de Colombo, sem que se tenham registado vítimas. Esta explosão não foi controlada, afirmam as autoridades.

Nova explosão no Sri Lanka perto da capital

Quatro dias após os ataques de Domingo de Páscoa no Sri Lanka, que causaram, até ao momento, 359 vítimas mortais (incluindo um português), foi registada esta quinta-feira uma nova explosão.

De acordo com a RT, que cita fontes oficiais, tratou-se de uma explosão não controlada mas que, apesar disso, não causou vítimas. 

A explosão ocorreu perto de um tribunal, na cidade de Pugoda, a 40 quilómetros da capital Colombo. 

A estrada para o aeroporto de Colombo foi temporariamente encerrada e os voos de saída cancelados devido à presença de um veículo suspeito na entrada do parque de estacionamento do aeroporto na manhã desta quinta-feira. Contudo, tudo voltaria à normalidade ao verificar-se tratar-se de um falso alarme. 

Recorde-se que o Sri Lanka está em estado de emergência depois das várias explosões em igrejas e hotéis registadas no passado domingo, um ataque que já foi reivindicado entretanto pelo autoproclamado Estado Islâmico, depois de um grupo extremista islâmico local, o National Thowheeth Jama'ath, ter sido apontado como provável responsável. 

Na terça-feira, recorde-se, o ministro da Defesa do Sri Lanka sugeriu perante membros do parlamento do seu país que o ataque concertado a igrejas e hotéis terá sido uma resposta a um outro atentado terrorista, que visou a comunidade muçulmana, em Christchurch, na Nova Zelândia. Esta, no entanto, é uma teoria que carece de evidências. 

Certo é que as autoridades já reconheceram uma falha na segurança, por terem ignorado a ameaça de ataque terrorista no passado domingo. Na sequência disso, o Presidente do Sri Lanka pediu esta quarta-feira a renúncia do secretário de Defesa e do chefe da polícia nacional por as forças de segurança por não terem agido perante alertas sobre os atentados suicidas

O porta-voz da polícia, Ruwan Gunasekara, informou que foram detidos mais 18 suspeitos de ligação aos atentados, elevando o total para 58.

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