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Wasghington vai "continuar" a denunciar atitude russa "inaceitável"

Os Estados Unidos prometem continuar a denunciar a ingerência russa nas eleições norte-americanas e a tomar "medidas duras" contra "as atividades nefastas" de Moscovo, disse hoje o chefe da diplomacia norte-americana Mike Pompeo.

Wasghington vai "continuar" a denunciar atitude russa "inaceitável"
Notícias ao Minuto

17:00 - 19/04/19 por Lusa

Mundo Mike Pompeo

"Nós dissemos-lhes de forma muito clara que é uma atitude inaceitável", afirmou Mike Pompeo, numa conferência de imprensa em Washington, citado pela AFP, depois da publicação do relatório da investigação sobre o tema.

"Vamos tomar medidas duras que farão com que eles paguem ainda mais caro pelas suas atividades nefastas e vamos continuar a fazê-lo", acrescentou o responsável.

Mike Pompeo foi questionado sobre o relatório do procurador especial Robert Mueller, que investigou a ingerência russa nas eleições norte-americanas de 2016.

"É grave" a Rússia "intrometer-se nas eleições por todo o mundo, não apenas as nossas em 2016, mas também noutros lugares", frisou o secretário de Estado.

"Não creio que tenha havido uma única conversa entre um alto responsável norte-americano e os russos, nesta administração, durante a qual não tenhamos manifestado as nossas preocupações sobre a ingerência russa nas nossas eleições", acrescentou Mike Pompeo.

O chefe da diplomacia norte-americana, que a Coreia do Norte pediu para ser afastado das negociações sobre o desarmamento nuclear, também assegurou hoje estar "sempre no comando da equipa" de negociadores.

"Nada mudou, continuamos a trabalhar", disse em conferência de imprensa, após uma reunião com os ministros japoneses dos Assuntos Estrangeiros e da Defesa.

As negociações estão atualmente num impasse desde a segunda cimeira entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o número um da Coreia do Norte, Kim Jong-un, que decorreu em fevereiro em Hanói.

O regime de Pyongyang acusou na quinta-feira Mike Pompeo de contribuir para uma "má" atmosfera e de falta de "maturidade", pedindo que fosse afastado das negociações em caso de regresso ao diálogo.

Caso contrário, "as negociações ficarão novamente bloqueadas", alertou o diretor-geral do departamento de assuntos norte-americanos do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte, Kwon Jong Gun.

O secretário de Estado, que visitou quatro vezes a capital da Coreia do Norte, está há um ano na linha da frente da reaproximação entre os dois países inimigos.

"O presidente [Donald] Trump está evidentemente à frente do esforço global, mas a minha equipa vai continuar a liderar o esforço norte-americano" para a desnuclearização completa da península coreana, assegurou Mike Pompeo.

"Estou convencido de que ainda temos uma verdadeira oportunidade de conseguir alcançar esse resultado, e a nossa equipa diplomática vai continuar a liderar esse esforço", acrescentou.

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