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Governo impede Guaidó de exercer um cargo público durante 15 anos

Esta é a medida mais recente do regime de Nicolás Maduro contra o autoproclamado presidente interino.

Governo impede Guaidó de exercer um cargo público durante 15 anos

O governo venezuelano decidiu impedir Juan Guaidó de exercer um cargo público nos próximos 15 anos, avança o El País. O Tribunal de Contas refere que o autoproclamado presidente interino "ocultou ou falseou" dados da sua declaração de património e "recebeu dinheiro de instâncias e internacionais sem justificação".

A medida foi anunciada por Elvis Amoroso, o corregedor geral da Venezuela. Esta era a punição mais elevada que poderia ser aplicada neste caso. 

Amoroso revelou numa conferência de imprensa que Juan Guaidó realizou desde 2015 mais de 90 viagens para o estrangeiro com um custo que supera os 94 mil dólares (cerca de 83 mil euros). Guaidó não declarou como pôde suportar estas despesas, segundo o La Vanguardia. 

De acordo com Elvis Amoroso, muitos destas viagens realizaram-se em "aeronaves privadas". Acrescentou ainda que desde que Juan Guaidó se tornou deputado esteve 248 dias fora da Venezuela. Precisou ainda que as despesas do autoproclamado presidente interino em "hotéis de luxo" no exterior ascendem aos 60 mil dólares (53 mil euros).

O corregedor geral não esclareceu em que data entra em vigor o impedimento de Guaidó de exercer cargos públicos e afirmou que será multado, num valor que não foi divulgado. 

A crise continua instalada na Venezuela e não parece ter solução à vista. Maduro não cede às pressões da comunidade internacional e recusa antecipar as eleições presidenciais. Juan Guaidó autoproclamou-se presidente interino e foi reconhecido por mais de 50 países.

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