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Bruxelas tomou nota das "imagens reveladoras" da manifestação de Londres

A Comissão Europeia tomou nota das "imagens muito relevadoras" proporcionadas pela manifestação anti-Brexit, que no sábado congregou mais de um milhão de pessoas nas ruas de Londres, mas escusou-se a comentar a iniciativa.

Bruxelas tomou nota das "imagens reveladoras" da manifestação de Londres
Notícias ao Minuto

12:33 - 25/03/19 por Lusa

Mundo Comissão Europeia

"O que temos de dizer é que a liberdade de expressão é um direito fundamental na União Europeia. Vimos as imagens muito reveladoras da marcha, mas não temos comentários adicionais a fazer. Tomamos nota da marcha, mas o nosso único interlocutor é governo britânico", declarou o porta-voz do executivo comunitário, Margaritis Schinas, na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

Mais de um milhão de pessoas desfilaram no sábado em Londres, exigindo ao governo, liderado pela primeira-ministra, Theresa May, que convoque um novo referendo sobre a saída daquele país do bloco comunitário.

"Tomamos nota também da petição. No entanto, enquanto o governo britânico não nos der indicações contrárias, continuamos a trabalhar na presunção de que o Reino Unido vai deixar a UE. Continuamos a trabalhar para poder contribuir para uma saída ordenada, estando completamente preparados para todas as opções, incluindo a pior", prosseguiu Schinas.

Mais de cinco milhões de pessoas "assinaram" até ao momento uma petição eletrónica a favor da revogação do Artigo 50.º, o ato que formalmente desencadeou o Brexit, que os britânicos votaram há três anos.

'People's Vote' (Voto Popular) é uma campanha independente apoiada por grupos pró-europeus de cidadãos, estudantes, profissionais de saúde e cientistas, como Open Britain, European Mouvement UK, Britain for Europe, Scientists for UE, NHS for a People's Vote, Our Future Our Choice, For Our Future's Sake, Wales for Europe e InFacts.

A campanha quer que um novo referendo ofereça a escolha entre um acordo aprovado pelo parlamento e a opção de permanecer na UE e defende que o resultado seja vinculativo, ao contrário do referendo de 2016.

Uma sondagem divulgada na semana passada indicava que o apoio a um novo referendo relativo ao Brexit aumentou após a rejeição no parlamento britânico pela segunda vez, em 12 de março, do Acordo de Saída negociado com Bruxelas pelo Governo de Theresa May.

Segundo o Instituto YouGov, 56% dos eleitores são favoráveis a um novo referendo e 44% opõem-se.

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