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Juncker reage ao ataque na Nova Zelândia com "horror"

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, manifestou hoje "horror e profunda tristeza" pelos ataques terroristas cometidos contra duas mesquitas de Christchurch na Nova Zelândia e que fizeram pelo menos 49 mortos.

Juncker reage ao ataque na Nova Zelândia com "horror"

"Foi com horror e profunda tristeza que soube do ataque terrorista à comunidade muçulmana em Christchurch, na Nova Zelândia", afirma em comunicado o líder do executivo comunitário.

Jean-Claude Juncker endereça as "mais sinceras condolências aos entes queridos das vítimas e à comunidade como um todo".

"Desejamos força e coragem para os feridos e as suas famílias", adianta, salientando que "este ato sem sentido de brutalidade sobre pessoas inocentes no seu local de culto não poderia ser mais oposto aos valores e à cultura de paz e unidade que a União Europeia [UE] partilha com a Nova Zelândia".

Também a UE disse, através de um comunicado da Alta Representante para a Política Externa, estar "de luto".

"Estaremos sempre ao vosso lado contra aqueles que [...] querem destruir as nossas sociedades e o nosso modo de vida", refere Federica Mogherini, dirigindo-se ao povo neozelandês.

Na nota de Federica Mogherini manifesta "as suas sinceras condolências às famílias e amigos das vítimas dos dois atentados terroristas".

"Estamos totalmente solidários com o povo e as autoridades da Nova Zelândia neste momento extremamente difícil e estamos prontos para os apoiar de qualquer forma, inclusive fortalecendo a nossa cooperação para combate ao terrorismo", assinala a responsável.

Federica Mogherini adianta que "os ataques a locais de culto são ataques a todos os que valorizam a diversidade e a liberdade de religião e expressão, que são o tecido da sociedade neozelandesa e compartilhados pela UE".

Pelo menos 49 pessoas morreram e 48 ficaram feridas hoje no ataque a duas mesquitas em Chirstchurch, na Nova Zelândia.

Os ataques tiveram início às 13:40 (00:40 em Lisboa) nas mesquitas de Al Noor, em Hagley Park, e de Linwood Masjid.

Em conferência de imprensa, o comissário Mike Bush da polícia neozelandesa, informou que "um homem foi acusado de homicídio" e vai ser presente a tribunal pelos ataques contra as mesquitas, situadas no centro da cidade de Christchurch.

Segundo este responsável, as autoridades desativaram uma série de engenhos explosivos improvisados encontrados num veículo após os disparos numa das mesquitas.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

Um homem que se identificou como Brenton Tarrant, de 28 anos, nascido na Austrália, reivindicou a responsabilidade pelos disparos e transmitiu em direto na Internet o momento do ataque.

Brenton Tarrant deixou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, no qual procurou justificar as ações.

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