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Em 100 anos, cabeças da ilha da Páscoa poderão ficar irreconhecíveis

Trabalhos de conservação ganham cada vez maior urgência.

Em 100 anos, cabeças da ilha da Páscoa poderão ficar irreconhecíveis

É uma das mais remotas e ao mesmo tempo conhecidas ilhas do mundo, muito por culpa das perto de mil esculturas de cabeças que ali se encontram.

Falamos da ilha da Páscoa, território anexado pelo Chile que continua a alimentar lendas e a atrair turistas.

Desde 1995 que a ilha da Páscoa é Património UNESCO. Mas especialistas em conservação de que a Reuters dá conta temem que as famosas esculturas de cabeças possam tornar-se irreconhecíveis no espaço de 100 anos.

Estas estátuas conhecidas como moai foram erigidas pelo povo Rapa Nui. Mas várias poderão estar a ser afetadas por líquens, uma espécie de fungo que vai deteriorando as esculturas, fragilizando a estrutura rochosa, o que faz com que as cabeças vão ficando deformadas.

O arqueólogo Sonia Haoa, natural da ilha da Páscoa, está a compilar um inventário de toda a herança cultural do seu povo. As moai fazem naturalmente parte dos objetivos. Mas, segundo estimativas de Haoa, perto de 70% das cerca de mil esculturas ali presentes poderão já estar a ser afetadas por líquens. 

Algumas das esculturas têm sido já alvo de trabalhos de limpeza e conservação, a cargo das autoridades do parque nacional que gere a ilha. Mas a ilha tem cerca de 166 quilómetros quadrados. Há, portanto, várias esculturas, espalhadas pelos mais diversos locais da ilha, muitas delas totalmente ao ar livre, e portanto expostas aos efeitos do meio ambiente.

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