Redução significativa de emissões de CO2 da energia
As emissões de dióxido de carbono relacionadas com a produção e o consumo de energia nos Estados Unidos diminuíram em 2012 para 5.290 milhões de toneladas métricas, o nível mais baixo desde 1994, indicam dados oficiais.
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Segundo dados publicados, esta segunda-feira, pela Administração de Informação sobre Energia (EIA, na sigla em inglês) norte-americana relativos a 2012, face ao ano anterior, as emissões recuaram 3,8%.
Esta quebra é a maior registada num ano sem recessão económica desde que a agência começou a elaborar as estatísticas anuais, em 1990. Em 2009, verificou-se uma descida superior, mas a EIA atribui isso, em parte, à diminuição do consumo de energia devido à crise.
"Circunstâncias específicas, tais como o facto de o primeiro trimestre ter sido muito quente e o grande aumento da produção [de eletricidade] com gás natural, em vez de carvão, contribuíram para a quebra significativa das emissões em 2012", explicou a EIA.
Este dado enquadra-se, ao mesmo tempo, no declínio de 5,1% da intensidade energética, indicador que relaciona a quantidade de energia consumida com o Produto Interno Bruto (PIB).
Em 2012, o consumo de energia caiu 2,4%, enquanto o PIB cresceu 2,8%, de acordo com os dados, os quais destacam ainda que a população norte-americana aumentou 0,7% no ano passado.
A Administração de Barack Obama anunciou, no mês passado, novas normas que vão limitar, pela primeira vez, as emissões de dióxido de carbono (CO2) das futuras centrais de produção de energia, a fim de que, em 2020, essas emissões sejam 17% inferiores às de 2005.
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Noticias Ao Minuto/Lusa


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