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Homem que matou um puma com as próprias mãos recorda luta pela vida

O ataque deixou-o com 28 pontos e uma reputação de durão.

Homem que matou um puma com as próprias mãos recorda luta pela vida

Quando um puma fechou os dentes no pulso de Travis Kauffman e lhe arranhou a cara, o homem gritou e conseguiu lançar o pé contra o pescoço do animal, segurando-o aí até que o felino parasse de lutar e morresse.

Numa entrevista à Associated Press, Travis recordou esse dia. "Finalmente parou de se mover e os dentes abriram e consegui descer parte da colina e sair dali", disse. Durante todo o incidente o puma ficou em silêncio, referiu também.

Esta foi a primeira vez que o corredor, de 31 anos, recordou a provação de 4 de fevereiro que o fez levar 28 pontos e ficar com uma reputação de durão. "Nunca poderei corresponder a essa reputação. A história é maior do que a minha fraca figura", admitiu o homem de 1,77 metros e 70 quilos.

Recordou ainda o momento em que ao correr nas montanhas em Fort Collins, no estado norte-americano do Colorado, ouviu as fagulhas dos pinheiros fazerem barulho atrás de si e se virou para ver o puma a cerca de três metros de si. "Um dos meus maiores medos confirmou-se", confessou.

Depois disso o felino atirou-se à sua mão e enquanto o dominava, diz ainda ter temido que a mãe ou outro animal aparecesse. Mas o medo deu lugar ao instinto de sobrevivência e ainda agarrou uma pedra com a mão livre para lhe bater na cabeça.

"Sabia que se depois de dois golpes bem dados na cabeça ainda não me tinha libertado a mão, ia ter de fazer alguma coisa mais drástica", foi quando usou todo o peso do corpo para usar o pé no pescoço e sufocar o animal.

A sangrar da cara e do pulso, correu de volta pelo trilho onde encontrou outros corredores que o levaram a um hospital. As autoridades do parque recuperaram o cadáver do felino e disseram que a autópsia confirmava o relato de Travis.

O animal era macho, tinha quatro ou cinco meses, pesava cerca de 16 ou 18 quilos e, segundo o relatório da autópsia, tinha pouca gordura no corpo o que indicava que tinha fome, mas que não estava a passar fome. O documento dava ainda conta de que não tinha doenças, mas que alguns dos seus órgãos tinham sido retirados por outros animais enquanto o corpo não tinha sido recuperado.

Travis garantiu, que como é uma pessoa que gosta de fazer atividades físicas no exterior, vai voltar a correr nos trilhos onde foi atacado novamente. "Mas desta vez levo um companheiro!", rematou.

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