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África Austral propõem governo de unidade nacional

Os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) propuseram hoje um Governo de unidade nacional na República Democrática do Congo (RDCongo), após os resultados das eleições disputadas em eleição presidencial a 30 de dezembro.

África Austral propõem governo de unidade nacional
Notícias ao Minuto

17:16 - 13/01/19 por Lusa

Mundo RDCongo

"Incentivamos todas as partes na RDCongo a negociar um acordo para um governo de unidade nacional", disse em comunicado a organização que engloba 16 nações, incluindo o país visado.

A organização com sede no Botsuana instou as formações políticas do maior país da África subsaariana a chegar a um acordo semelhante como outros países como a África do Sul, o Zimbabué e o Quénia "onde os governos de unidade nacional alcançaram a estabilidade e a paz duradoura".

As declarações da SADC surgem depois de Martin Fayulu, derrotado na eleição presidencial, ter apresentado recurso dos resultados no Tribunal Constitucional, reivindicado uma recontagem manual dos votos.

Fayulu garante que a sua formação ganhou 61% dos votos nas eleições de 30 de dezembro e não 34,86%, de acordo com dados da Comissão Eleitoral (CENI), que deu a vitória ao também opositor Félix Tshisekedi com 38,57% dos votos

O líder do Lamuka ( "Awaken" em Lingala) não é o único descontente com os dados publicados pela CENI, entidade responsável pela organização e supervisão das eleições, uma vez que a influente Conferência Episcopal Nacional do Congo (CENCO) assegura que os números que tem não correspondem aos oficiais.

"Pedimos a todas as partes para entrar num processo político para conseguir um Governo de unidade nacional para alcançar a confiança pública, construir pontes e fortalecer as instituições democráticas", refere a SADC na sua declaração.

A coligação do Governo do presidente cessante da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, ganhou uma grande maioria de assentos na assembleia nacional, segundo os resultados anunciados no sábado pela comissão eleitoral.

O candidato classificado em segundo lugar nas eleições presidenciais do Congo, Martin Fayulu (oposição), anunciou na sexta-feira que vai contestar em tribunal os resultados que deram a vitória a Félix Tshisekedi, que acusa ter feito um acordo com Kabila para ganhar o poder.

Segundo a comissão eleitoral, a data para a posse presidencial é 22 de janeiro.

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