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Conversações de paz no Iémen serão retomadas quinta-feira na Suécia

As conversações de paz entre as partes em conflito no Iémen serão retomadas na quinta-feira na Suécia, após o fracasso das realizadas em Genebra, indicou hoje a ONU.

Conversações de paz no Iémen serão retomadas quinta-feira na Suécia
Notícias ao Minuto

17:57 - 05/12/18 por Lusa

Mundo Guerra

O enviado especial da ONU para o Iémen, Martin Griffiths, disse que "deseja anunciar o reinício do processo político entre iemenitas na Suécia a 06 de dezembro de 2018", escreveu na rede social Twitter o gabinete da ONU, que patrocina as conversações.

O gabinete de Griffiths manifestou o seu apreço ao Governo sueco por realizar as consultas políticas e ao Governo do Koweit por "facilitar a viagem da delegação de Sanaa às consultas".

A delegação do movimento rebelde Huthi partiu na terça-feira de Sanaa acompanhada por Griffiths, que reviu o trajeto para que se cumprissem as garantias de segurança pedidas pelos Huthis.

O embaixador britânico no Iémen, Michael Aron, que está na Suécia e participará na ronda de contactos entre as partes em conflito, tinha antes indicado que as conversações decorreriam no Castelo de Johannesburg, nos arredores de Estocolmo.

Em setembro passado, a ONU tentou realizar umas negociações de paz em Genebra, mas só o Governo iemenita é que marcou presença, tendo-se os rebeldes recusado a viajar por falta de garantias de que poderiam regressar ao Iémen.

As últimas conversações de paz em que as partes beligerantes se encontraram foram no Koweit, no verão de 2016, e após o seu final, a delegação Huthi ficou retida durante três meses em Omã, porque a coligação árabe sob comando saudita que controla o espaço aéreo iemenita lhes impediu o regresso a Sanaa.

A guerra no Iémen começou em finais de 2014, quando os Huthis, apoiados pelo Irão, tomaram o controlo da capital, Sanaa, e o conflito generalizou-se em março de 2015, com a intervenção da coligação árabe liderada pela Arábia Saudita.

Este conflito desencadeou a "mais grave crise humanitária atualmente existente em todo o mundo", segundo a ONU.

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