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Presa durante três meses porque polícia pensou que algodão doce era droga

A mulher vai agora processar os responsáveis pela sua detenção.

Presa durante três meses porque polícia pensou que algodão doce era droga

Uma mulher passou três meses na cadeia após dois agentes da polícia terem reportado que uma substância azul encontrada no seu carro tinha dado positivo para metanfetaminas. Mas não era droga... era algodão doce.

Dasha Fincher, do estado norte-americano da Georgia, alega que enquanto esteve na cadeia perdeu vários eventos importantes na sua vida, como o nascimento dos seus bisnetos jovens, e que lhe foi negado o tratamento médico para uma mão partida e um quisto no ovário, conta a CNN.

Agora, decidiu que vai processar os responsáveis pela sua detenção: o condado de Monroe e os três agentes envolvidos no incidente por detenção indevida e violação dos direitos civis. O processo também tem como alvo a Sirchie Acquisition Company, a empresa responsável pelos kit's usados pelos agentes e que produziram o resultado errado.

O caso remonta a 31 de dezembro de 2016, quando Dasha se encontrava no lugar do passageiro de um carro que foi mandado parar numa operação Stop. Os agentes pediram autorização para revistar o veículo e foi quando encontraram "um grande saco de plástico com uma substância azul". Os ocupantes do carro terão explicado que se tratava de algodão doce, mas depois de usarem o kit de teste de droga o resultado dizia que se tratava de metanfetaminas e acabaram os dois detidos.

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