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Histórico encontro entre Macron e Merkel no lugar do Armistício de 1918

O Presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, protagonizaram hoje um encontro histórico em Compiègne, norte de Paris, o lugar onde a Alemanha e as potências aliadas assinaram o Armistício da Primeira Guerra Mundial.

Histórico encontro entre Macron e Merkel no lugar do Armistício de 1918
Notícias ao Minuto

18:52 - 10/11/18 por Lusa

Mundo Paris

Esta é a primeira vez que os responsáveis de ambos os países visitaram juntos o local que serviu também de cenário, duas décadas depois, para a capitulação da França ocupada pela Alemanha de Adolf Hitler.

Os dois líderes inauguraram duas novas placas comemorativas no memorial localizado, no chamado Claro de Rhetondes, com textos em alemão e francês, destacando a importância da reconciliação franco-alemã para a Europa e para a paz, cem anos depois do fim da Primeira Guerra Mundial.

Após serem recebidos pela brigada franco-alemã, criada em 1989, Macron e Merkel fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas da guerra e dirigiram-se ao "Vagão do Armistício", um modelo exatamente igual ao que albergou as delegações aliada e alemã que assinaram o cessar-fogo em 11 de novembro de 1918.

No interior do veículo, Merkel e Macron assinaram o livro de ouro do memorial.

Após a cerimónia, os responsáveis dos dois países conversaram com vários jovens que participavam no evento, a quem o Presidente francês lembrou que as mais de sete décadas de paz na Europa só foram possíveis pelos esforços dos países deste continente, especialmente da França e Alemanha.

"A mensagem é que se queremos estar à altura daqueles jovens que morreram, não devemos ceder às tentações da divisão e enfrentar os desafios do mundo contemporâneo juntos e não uns contra os outros", acrescentou.

Uma cerimónia agendada para domingo, no Arco do Triunfo, em Paris, com a participação de 72 chefes de Estado e de governo, marca o ponto alto das celebrações do centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, que causou a morte de quase nove milhões de soldados e mais de seis milhões de civis.

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