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EUA e Turquia concordam na "necessidade de esclarecer" morte de Khashoggi

Os presidentes da Turquia e dos Estados Unidos da América concordaram hoje sobre a "necessidade de esclarecer" a morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi, ocorrida no consulado da Arábia Saudita em Istambul, anunciou a presidência turca.

EUA e Turquia concordam na "necessidade de esclarecer" morte de Khashoggi
Notícias ao Minuto

23:33 - 21/10/18 por Lusa

Mundo Líderes

"Os dois líderes concordaram na necessidade de esclarecer todos os aspetos do caso Jamal Khashoggi", disse uma fonte da presidência turca, citada pela agência AFP, esclarecendo que tal aconteceu durante uma conversa telefónica entre Recep Tayyip Erdogan e Donald Trump.

Jamal Khashoggi, 60 anos, entrou no consulado da Arábia Saudita em Istambul, na Turquia, no dia 02 de outubro, para obter um documento para se casar com uma cidadã turca e nunca mais foi visto.

O jornalista saudita, que colaborava com o jornal The Washington Post, estava exilado nos Estados Unidos desde 2017 e era um reconhecido crítico do poder em Riade.

Hoje à tarde, num discurso durante uma cerimónica pública em Istambul, o presidente turco prometeu revelar "toda a verdade" sobre o assassínio do jornalista saudita e indicou que vai fazer uma declaração sobre o assunto na próxima terça-feira.

A Arábia Saudita acabou por admitir no sábado que o jornalista Jamal Khashoggi, crítico do poder em Riade e colaborador do jornal The Washington Post, foi morto nas instalações do consulado saudita em Istambul. Durante vários dias, as autoridades sauditas tinham afirmado que Khashoggi saíra vivo das instalações.

As autoridades turcas têm sustentado que 15 sauditas que chegaram a Istambul em dois aviões no passado dia 2 de outubro estão ligados à morte de Khashoggi.

"Porque é que esses homens vieram cá? Porque é que 18 pessoas foram detidas?", perguntou o presidente turco.

Riade indicou que cinco responsáveis foram despedidos e que 18 sauditas foram detidos na sequência de um inquérito a este caso.

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