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UE e ONU ajudam seis países a reduzir a fome

A União Europeia e a agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) vão juntar esforços para ajudar seis países, entre os quais Moçambique, a atingir o objetivo de reduzir a fome até 2015.

UE e ONU ajudam seis países a reduzir a fome

Segundo um comunicado conjunto, as duas organizações pretendem “garantir uma melhor nutrição”, através do desenvolvimento agrícola, a “dois milhões de pessoas” em seis países - Burundi, Burkina Faso, Gâmbia, Haiti, Madagáscar e Moçambique.

Financiado através da iniciativa da União Europeia, orçada em mil milhões de euros, que visa acelerar os progressos relativos aos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), o investimento global no desenvolvimento agrícola de pequenos agricultores e suas famílias daqueles seis países ronda os “60 milhões de euros”.

Em Moçambique, será financiado “um programa de cinco anos e 19 milhões de euros” para “aumentar a produção agrícola, melhorar o acesso dos agricultores aos mercados e melhorar a sua nutrição através de uma série de atividades, que vão desde a oferta de sementes e fertilizantes de qualidade, à formação nas áreas da saúde, higiene e nutrição”, especifica o comunicado.

O prazo limite para atingir os ODM, oito metas definidas pelas Nações Unidas em 2000, entre as quais reduzir a fome no mundo para metade, termina em 2015.

“Tão perto do fim do prazo, e quando ainda há tanto para fazer, este importante investimento na agricultura vai permitir à FAO reforçar os seus esforços para erradicar a fome e fazer ainda mais para ajudar os países a reduzirem para metade a percentagem da população que sofre de fome até 2015”, afirmou o diretor geral da agência, o brasileiro José Graziano da Silva, na sessão dedicada aos ODM, integrada na Assembleia Geral da ONU, que decorre em Nova Iorque.

“Parece-me inaceitável que, no século XXI, cerca de 870 milhões de pessoas ainda sofram com a fome e que a subnutrição seja a causa de mais de três milhões de mortes de crianças todos os anos”, acrescentou o responsável da Comissão Europeia para o desenvolvimento, Andris Piebalgs.

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