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Riade nega alegadas ordens para matar jornalista saudita desaparecido

O ministro do Interior saudita negou hoje as alegadas ordens para matar o jornalista desaparecido Jamal Khashoggi, crítico do governo, afirmando que se tratam de "mentiras infundadas" dos órgãos de comunicação.

Riade nega alegadas ordens para matar jornalista saudita desaparecido
Notícias ao Minuto

06:05 - 13/10/18 por Lusa

Mundo Ministro

"O que tem circulado sobre ordens para matar [Jamal Khashoggi] são mentiras e alegações infundadas contra o Governo do Reino, que está comprometido com os seus princípios, regras e tradições, em conformidade com as leis e convenções internacionais", disse o príncipe Abdel Aziz ben Saud ben Nayef, citado pela agência oficial SPA.

Jamal Khashoggi, jornalista crítico do poder saudita e colaborador do diário norte-americano The Washington Post, não deu mais sinais de vida desde que entrou, a 02 de outubro, no consulado da Arábia Saudita em Istambul, na Turquia, para tratar da documentação necessária para casar com a namorada, cidadã turca.

Investigadores turcos disseram a responsáveis norte-americanos que dispõem de gravações vídeo e áudio que comprovam que ele foi interrogado, torturado, assassinado e desmembrado no interior do edifício por uma equipa da segurança saudita.

"[Os sauditas] gastam 110 mil milhões de dólares em equipamentos militares e em coisas que criam emprego no país. Não gosto da ideia de pôr fim a um investimento de 110 mil milhões de dólares nos Estados Unidos", resumiu o Presidente norte-americano, Donald Trump, na quinta-feira.

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