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Médica no Brasil rasga receita de paciente de 72 anos que votou em Haddad

A própria médica admitiu o erro e adiantou que quer pedir desculpa pessoalmente ao paciente.

Médica no Brasil rasga receita de paciente de 72 anos que votou em Haddad
Notícias ao Minuto

22:38 - 10/10/18 por Pedro Filipe Pina 

Mundo Tensão

Os momentos de tensão e divisão vividos no Brasil parecem infiltrar-se cada vez mais no quotidiano. Além de relatos de violência surge agora o caso de uma médica que, embora se tenha arrependido entretanto, terá colocado as suas opiniões políticas momentaneamente à frente do juramento da profissão.

Da imprensa brasileira chega a notícia de uma médica que rasgou a receita de um paciente de 72 anos, por este ter votado em Fernando Haddad, o candidato do PT que irá disputar a segunda volta das eleições com Jair Bolsonaro.

O caso aconteceu na passada segunda-feira, dia 8 de setembro, um dia após as eleições gerais no Brasil. 

A própria médica admitiu o que fez e mostrou-se arrependida, tendo garantido que já tentou entrar em contacto com o paciente prejudicado para lhe pedir desculpa.

Saliente-se que o caso foi confirmado pela própria médica, a infectologista Tereza Dantas, que declarou estar arrependida pela atitude, como reportou o portal G1.

O caso aconteceu num hospital público de Natal. O paciente prejudicado, o reformado José Alves de Menezes, admitiu ter ficado constrangido com a situação, tendo posteriormente apresentado queixa no hospital e na polícia. 

Explica o portal O Povo que o pensionista já conhecia a médica dado que necessitava regularmente de requisitar receita. Com o papel na mão, a médica perguntou em quem é que ele tinha votado. Ao ouvir que o paciente votou em Haddad, a médica rasgou de imediato o papel. “Pois então eu não dou mais a receita”, cita-se.

Fernando Haddad é o representante do PT, o partido que esteve durante 13 anos no poder no Brasil. Foi o escolhido para substituir Lula da Silva, que se encontra detido a cumprir pena. Haddad irá disputar a 28 de outubro a segunda volta das presidenciais contra Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita que lidera as sondagens.

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