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A história da bebé com "doença terminal" que recuperou após beijo do Papa

Pouco depois de Gianna Grace Masciantonio ter nascido foi-lhe diagnosticado um tumor inoperável no cérebro, mas os pais nunca desistiram de procurar uma solução. O encontro com Papa Francisco, um ano depois foi “o primeiro milagre”. Agora, os pais de Gianna doaram 50 mil dólares ao hospital pediátrico onde a filha passou os primeiros anos de vida.

A história da bebé com "doença terminal" que recuperou após beijo do Papa
Notícias ao Minuto

16:41 - 21/08/18 por Notícias Ao Minuto 

Mundo Filadélfia

Na passada sexta-feira, dia 17 de agosto, Kristen e Joey Masciantonio dirigiram-se ao hospital pediátrico Children’s Hospital of Philadelphia (CHOP), na cidade do estado da Pensilvânia, para entregar um donativo de 50 mil dólares (43 mil euros), angariado em nome da filha, Gianna Grace Masciantonio, que foi ali tratada durante os primeiros anos de vida, adianta o CBS Philly.

Grace nasceu a 17 de setembro de 2014 e pouco depois foi-lhe diagnosticado um tumor inoperável no cérebro. Foram-lhe dados poucos meses de vida. No mesmo ano, perto do Natal, um oncologista que examinou o caso ligou aos pais de Grace, indicando que a evolução do tumor era anormal e que devia ser feita uma biopsia.

A menina, ainda com meses de vida, foi, assim, submetida a uma cirurgia de dez horas, seguida por outras intervenções invasivas. Porém, aos cinco meses de idade, o diagnóstico foi atualizado: tinha uma doença rara no sangue (‘Systematic Juvenile Xanthogranuloma’), que afeta uma em cada dez milhões de crianças.

Mesmo com um novo diagnóstico, as perspetivas não eram as melhores para a menina. “A Gianna não conseguia ouvir, abrir a boca para chorar ou sorrir. O olho direito tinha um desvio e uma das suas cordas vocais estava paralisada, portanto tinha dificuldade em comer e engolir”, explica a página criada em nome de Grace.

“Ela estava como uma doente terminal. Chegamos a tratar do funeral”, indicou na altura a mãe, em entrevista ao The Philadelphia Inquirer. Ainda assim, foi iniciado um período de 15 meses de sessões de quimioterapia, com a ressalva de que seria um milagre sobreviver.

Em setembro de 2015, quando Grace fazia um ano de vida, o Papa Francisco fez uma visita a Filadélfia e os pais, cristãos praticantes, decidiram levá-la até ao Sumo Pontífice, para conseguir uma bênção. Francisco acabou por beijar a menina.

“Naquela altura, não havia esperança. Estávamos a rezar por um milagre porque era a única esperança que tínhamos. O milagre foi o beijo do Papa”, afirmou a mãe.

Oito semanas depois do encontro com o Papa, um outro oncologista pediu uma nova biopsia ao tumor de Grace. Os resultados mostraram que o tumor não era maligno e que estava “menos evidente”.

Grace foi submetida a 18 cirurgias, tem problemas no olho direito e dificuldades motoras em toda a parte direita do corpo, mas está viva. “Ela está ótima. Vai para a pré-primária este outono. Está muito entusiasmada”, indicou a mãe.

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