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Quebra no número de iraquianos a ter asilo após ajudarem EUA preocupa

O Pentágono mantém divergências com a Casa Branca por acreditar que esta política terá repercussões no futuro.

Quebra no número de iraquianos a ter asilo após ajudarem EUA preocupa

A imigração foi desde cedo um dos temas principais da campanha de Donald Trump.

Além do muro com o México, Trump continuou apostado em diminuir consideravelmente o número de pessoas a terem direito a asilo nos EUA. E conseguiu. Porém, acaba de abrir um ponto de discussão com o Pentágono, como destaca a Reuters.

Esta nova política da Casa Branca poderá ter consequências com risco para a segurança nacional dos EUA.

Adianta a agência noticiosa que o Pentágono - a 'casa' do Departamento de Defesa dos Estados Unidos - está preocupada em particular com a quebra no número de iraquianos a ter direito ao estatuto de refugiado nos EUA.

Em causa estão iraquianos que colaboraram com as autoridades norte-americanas e o impacto futuro: é que ao não garantir estatuto de refugiados, os EUA correm o risco de não conseguir angariar o mesmo tipo de apoio no terreno, não só no Iraque mas noutras zonas do globo. Com consequências em termos de segurança.

Numa reunião à porta fechada foi debatida a aplicação da política - levada a cabo por autoridades com o o FBI -, que têm exigências cada vez maiores, fazendo com que cada vez menos pessoas que ajudaram os EUA possam ter direito ao estatuto de refugiado.

Até 15 de agosto deste ano, especifica a Reuters, apenas 48 iraquianos foram admitidos através do programa especial de refugiados, que 'premeia' quem colaborou com os EUA ou com entidades norte-americanas.

Em 2017, mais de três mil iraquianos tinham tido direito ao estatuto. Em 2016 tinham sido cerca de 5.100.

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