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Normalidade domina cerimónias em Barcelona apesar de incidentes pontuais

Espanha homenageou esta sexta-feira as vítimas dos atentados de há um ano em Barcelona numa cerimónia que decorreu com normalidade, mas registou incidentes que ilustram as divisões em relação à independência da Catalunha.

Normalidade domina cerimónias em Barcelona apesar de incidentes pontuais
Notícias ao Minuto

13:22 - 17/08/18 por Lusa

Mundo Atentados

As famílias das vítimas tinham pedido "uma trégua" no conflito político desencadeado pela tentativa de secessão catalã de outubro passado, depois de semanas de críticas de setores separatistas à presença do rei Felipe VI.

Mas, pouco antes da cerimónia começar, uma faixa de grandes dimensões, colocada num dos edifícios da Praça da Catalunha, exibia a inscrição: "O rei espanhol não é bem-vindo aos países catalães".

Quando Felipe, que participou na cerimónia com a mulher, a rainha Letizia, ao lado do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e do chefe do governo regional catalão, Quim Torra, chegou ao local, vários populares gritaram palavras de apoio ao monarca, como "viva o rei" e "não estais sozinhos" e "Felipe, Felipe".

Uma outra faixa, mais pequena, foi colocada nas Ramblas, exigindo a libertação dos líderes catalães detidos pelo seu papel na declaração de independência que levou à suspensão da autonomia.

"Sem eles, esta cerimónia é uma farsa", lia-se na faixa, debaixo da qual familiares depositaram flores.

A 17 de agosto de 2017, Younes Abouyaaqoub, 22 anos, conduziu uma furgoneta contra os turistas que passeavam na avenida mais turística de Barcelona, matando 14 pessoas, entre as quais duas portuguesas, e ferindo cerca de uma centena.

Abouyaaqoub roubou depois um automóvel para fugir, matando o homem que o conduzia, e acabou por ser morto pela polícia quatro dias depois.

Horas depois do ataque na Rambla, cinco cúmplices lançaram o automóvel em que seguiam contra pessoas que passeavam na cidade balnear de Cambrils (Tarragona), fazendo um morto.

Os seis autores materiais dos ataques, todos filhos de imigrantes marroquinos com entre 17 e 24 anos, foram mortos pela polícia.

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