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O amor em vez do medo. O luto em Charlottesville, um ano depois

Um comício de extrema-direita virou tragédia em Charlottesville, quando há um ano um homem levou a cabo um atropelamento. Uma mulher, que se manifestava contra a iniciativa, morreu.

Notícias ao Minuto

07:55 - 13/08/18 por Pedro Filipe Pina 

Mundo EUA

Há um ano, a extrema-direita norte-americana juntou-se para um comício em Charlottesville.

A marcha abriu caminho a um contra-protesto onde estava também Heather Heyer, de 32 anos. A dada altura, um homem que integrava o comício de extrema-direita pegou no carro e atropelou a multidão do contra-protesto. Várias pessoas ficaram feridas. Heather Heyer morreu.

Um ano depois, Charlottesville voltou a receber ajuntamentos públicos. Mas este fim de semana fica marcado pelo luto, pelas mensagens de paz e pela memória de Heather Heyer. "Love over Fear", lê-se numa das t-shirts da galeria que pode ver aqui - algo como "em vez do medo, o amor".

Nas imagens da Reuters que aqui lhe mostramos encontramos centenas de pessoas que nunca conheceram Heather mas que quiseram ir até Charlottesville relembrá-la.

Mas vemos ainda Courtney Commander, uma amiga de Heather que prestou homenagem à amiga, na mesma cidade onde esta perdeu a vida. E vemos também Susan Bro, a mãe de Heather, tantas vezes abraçada por estranhos e rodeada de ativistas com t-shirts roxas com aquela que foi a última frase da sua filha Heather escrita nas redes sociais, antes de ser morta em Charlottesville: "Se não estás indignado, não estás a prestar atenção".

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