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Larvas obrigam a desinfestação da pediatria de hospital de Cabo Verde

A presença de organismos no serviço de pediatria do Hospital Agostinho Neto, a maior unidade de saúde de Cabo Verde, obrigou a uma desinfestação e à consequente transferência das crianças que se encontravam no internamento, segundo fonte hospitalar.

Larvas obrigam a desinfestação da pediatria de hospital de Cabo Verde
Notícias ao Minuto

13:10 - 09/08/18 por Lusa

Mundo Saúde

Este hospital central, localizado na Cidade da Praia, na ilha de Santiago, realiza com frequência campanhas de desinfestação como medida preventiva contra o aparecimento de organismos como pulgas, percevejos e outros insetos.

O objetivo destas campanhas é prevenir o aparecimento de pragas destes organismos, que muitas vezes são levados pelos doentes ou familiares para o interior da unidade de saúde.

A ação em curso surgiu após a identificação dos organismos e afetou, até ao momento, a unidade de internamento do serviço de pediatria do hospital.

A Lusa constatou hoje que a urgência pediátrica do hospital está a funcionar normalmente, embora uma fonte hospitalar tenha adiantado que também irá ser alvo da campanha de desinfestação.

As crianças que se encontravam internadas foram, entretanto, transferidas para outro espaço do hospital.

O diretor do Hospital Central da Praia (Hospital Agostinho Neto), Júlio Andrade, disse à agência de notícias de Cabo Verde (Inforpress) que vai ser feita "uma desinfestação radical no serviço da pediatria".

O objetivo é "tomar medidas de fundo", para no futuro não existir a necessidade de mais desinfestações, disse.

"Temos de tirar as crianças, por questões de segurança e fazer a desinfestação que leva, mais ou menos, uma semana. Vamos fazer três ciclos de desparasitação, não só do parasita adulto, mas também das larvas", afirmou o diretor do Hospital Central da Praia, citado pela Inforpress.

Como medida preventiva, o hospital vai tomar medidas no sentido de impedir que entrem no hospital roupas, comidas ou outros produtos, os quais possam ser portadores de insetos.

"As pessoas não podem continuar a trazer produtos de casa. Há ainda o risco de levar infeções para o domicílio", alertou o diretor do hospital.

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