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Queimamos estas calorias durante o sexo (adeus ginásio, ou não...)

Como todo o tipo de exercício físico a sua eficácia vai depender da intensidade e da frequência com o qual o pratica. Porém, suspeitamos que esta atividade física em especial seja mais motivante do que ir por exemplo correr no parque ou levantar pesos no ginásio… acertamos?

Queimamos estas calorias durante o sexo (adeus ginásio, ou não...)
Notícias ao Minuto

07:00 - 19/04/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Exercício Físico

Um estudo detetou que uma sessão de sexo queima mais de 100 calorias, pelo menos nos homens. Uma equipa de investigadores da Universidade de Montreal, no Canadá, comparou o gasto calórico de correr e da atividade sexual, e concluiu – sem surpresa – que a corrida suplantava o último.

As mulheres queimam em média 213 calorias a praticar running, durante um período de 30 minutos, enquanto que os homens queimam 276. Já praticar sexo, equivale ao gasto de 69 calorias nas mulheres, e de 101 nos homens, queimando cerca de 3,6 calorias por minuto.

Mas porque é que o sexo é um exercício mais eficaz para os homens? “Eles pesam mais do que elas, e por isso o gasto energético será sempre maior para os homens, tendo em conta a mesma prática física”, diz o autor do projeto de investigação Antony Karelis, professor de cinética humana, em declarações à revista norte-americana TIME. É também provável que a maioria dos homens seja fisicamente mais ativo durante o ato sexual, diz.

Apesar do sexo não ser de longe o melhor exercício do mundo, seria ótimo se cada sessão equivalesse ao gasto de 70 a 100 calorias. Porém, isso nem sempre acontece...

No estudo canadense, por exemplo, essas sessões duraram cerca de 25 minutos, incluindo preliminares, o que está bem longe da média necessária ideal para se notarem benefícios no corpo.

Os parceiros amorosos nesse estudo tinham em média 23 anos de idade, o que também poderá influenciar a performance sexual. Uma outra pesquisa publicada no periódico American Journal of Cardiology apurou que o estádio pré orgásmico – que abrange a maioria do tempo da relação íntima – requer pouco mais energia do que aquela que é utilizada para uma caminhada. Especialmente entre os casais mais idosos ou em relações longas, é pouco provável que o sexo acelere significativamente o ritmo cardíaco ou o sistema metabólico.

Ainda assim, há boas notícias: a intensidade aplicada neste exercício carnal depende unicamente de si (vá e do seu parceiro). Como Karelis sublinha, se após o ato sexual fica ofegante e a transpirar profusamente é porque provavelmente despendeu um maior gasto energético. A posição escolhida também é relevante: várias pesquisas sugerem que ficar por cima requer mais energia do que ficar deitado.

Mais ainda (e atenção não estamos a sugerir que o faça…) sexo com um parceiro ‘proibido’ também aumenta a queima de calorias. Um outro estudo prévio publicado no European Heart Journal, concluiu que 75% das mortes súbitas devido a ataques cardíacos ocorrem durante encontros íntimos com parceiros extraconjugais. Práticas sexuais mais excitantes parecem elevar a frequência cardíaca significativamente, em comparação aos ditos encontros lícitos.

Já sabe, o resto é consigo!

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