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Seis dicas para os patudos viverem bem em apartamentos

Ter um cão ou um gato num apartamento é algo que nem sempre é bem visto por algumas pessoas... especialmente pelos vizinhos do lado.

Seis dicas para os patudos viverem bem em apartamentos

Os apartamentos são, nos dias de hoje, a única alternativa de habitação para a grande maioria de pessoas, até mesmo para aquelas que já têm ou querem ter animais de estimação. Muitos dos apartamentos já criados não têm um quintal ou terraço ou nem sequer uma varanda, tornando ainda mais complexa a tarefa de dar todo o conforto e bem-estar ao patudo. Mas não é de todo impossível consegui-lo.

E o primeiro passo é conhecer as regras do condomínio. Depois, é igualmente fundamental saber qual o tipo de animal que se adaptaria melhor à casa e a todo o meio envolvente, pois os animais de portes médio e grande não se adaptam bem a espaços muito reduzidos e isso nem tão pouco é benéfico para a saúde e bem-estar dos mesmos.

Para melhorar a qualidade de vida do patudo e evitar possíveis problemas com vizinhos, eis as dicas a seguir:

1. Escolha o animal certo. Os gatos adaptam-se melhor a espaços menores, mas precisam de atenção, cuidados com a higiene e um local para apanhar algum sol. Já os cães de porte grande e que geralmente são cheios de energia são difíceis de se adaptar a apartamentos pequenos.

2. Alguns tipos de cães, normalmente, precisam de outros cães. Os cães precisam sair do apartamento para ter contacto com outros ambientes, outros cheiros e outros cães. Esses estímulos são essenciais para serem saudáveis. Outro cuidado importante é com o sedentarismo, pois a falta de espaço pode tornar os animais sedentários, o que pode contribuir para obesidade e doenças relacionadas com o estilo de vida. O ideal é passear diariamente o cão (e até mesmo várias vezes por dia) e estimular o animal a praticar exercícios físicos.

3. Local para dormir. Providencie colchões, caminhas e casinhas bem limpas para os animais. A limpeza deve ser feita periodicamente, pois os cães e os gatos têm contacto íntimo com os seus proprietários e podem transmitir doenças.

4. Necessidades dos animais. O dono é o único responsável pela higiene e educação do animal e, claro, pelo comportamento que este tem nas áreas comuns do prédio.

5. Elevador. O dono deve informar-se junto dos gestores do condomínio se o animal pode ou não usar o elevador, pois alguns prédios não o permitem devido ao risco de alergias.

6. Barulho. Se alguns cães pura e simplesmente não uivam ou ladram, outros não conseguem manter-se em silêncio por um segundo. Nestes casos, o ideal é procurar manter sempre o patudo sossegado e longe de potenciais causadores de stress, como uma janela aberta que permite a passagem do barulho da rua.

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