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Truques pouco convencionais para melhorar a memória

Sudoku? Palavras cruzadas? Meia hora de leitura por dia? Existem formas bem mais divertidas de melhorar a memória.

Truques pouco convencionais para melhorar a memória

Se o cérebro consegue ser 'inteligente' o suficiente para rejeitar determinadas memórias que pouco ou nenhum interesse têm, consegue também ser 'traiçoeiro' que chegue para dificultar a retenção de determinadas informações, criando pequenos 'espaços' vazios na memória.

Embora o cérebro seja 'dono e senhor' das suas próprias ações, a verdade é que é possível treiná-lo ao ponto de conseguir prevenir pequenas falhas de memória, que, a longo prazo, podem dar origem a verdadeiras 'brancas' e até mesmo a um declínio cognitivo acelerado.

Dedicar alguns momentos do dia à leitura, aderir ao sudoku ou às palavras cruzadas e ter uma especial atenção na alimentação são formas mais ou menos eficazes de conseguir melhorar a memória e treinar a retenção de informação, mas e se lhe dissermos que existem técnicas bem mais divertidas de o conseguir?

A ideia é sugerida no site Bustle, que lista as formas menos convencionais de estimular a memória, deixando-a ativa e jovem o suficiente para reter tudo aquilo que é interessante. E tudo começa à mesa e com a ingestão de alimentos ricos em luteína e quercetina. Não sabe o que são estes dois componentes? Passamos a explicar: a luteína é um caratenóide com poder antioxidante e que está presente em alimentos como o espinafre, a ervilha, os brócolos e a couve-flor, já a quercetina é um flavonóide com propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas, encontrado facilmente nas maçãs, nas cebolas roxas, nos mirtilos, nas cerejas, no cacau e no trigo-sarraceno. Estes dois componentes, quando combinados, conseguem atuar como um escudo protetor contra o declínio cognitivo.

Mas se a combinação alimentar não é divertido o suficiente, pode sempre tentar ser mais social e passar mais tempo com os amigos e/ou família. Tal como explica o especialista em Fitness e Nutrição Jen Bruno, o cérebro - e, claro, a memória - beneficia de uma vida social ativa, algo que a ciência já tinha outrora provado, tal como o fez com a inclusão de novos hobbies na rotina diária.

A partir do momento em que a pessoa se entretém a aprender algo novo (seja a tocar um instrumento, a mexer num equipamento tecnológico ou a dominar um novo idioma), o cérebro mantém-se ativo, em forma e rejuvenescido, contudo, é fundamental que se trate de um hobbie e não de uma obrigação, pois o stress consegue ser um verdadeiro inimigo da boa saúde mental.

Diz ainda a publicação que dormir mais (ou, pelo menos, assegurar as horas de sono que o corpo necessita) é um outro truque a ter em conta quando o objetivo é melhorar a memória, não fosse o sono o momento ideal para o cérebro se regenerar e aumentar o 'espaço' para novas memórias.

Sabia que tirar fotografias também pode ajudar, assim como beber um copo de vinho?

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