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Oito cuidados diários para ter olhos saudáveis

Especialista explica o que se deve fazer para manter a visão com saúde.

Oito cuidados diários para ter olhos saudáveis
Notícias ao Minuto

15:00 - 07/07/17 por Notícias Ao Minuto

Lifestyle Saúde

Para ver cada vez melhor, bem como diminuir o risco de desenvolver alterações oculares ao longo do tempo, não bastam as idas regulares ao oftalmologista. Ter uma boa alimentação, cuidar da higiene e deixar de lado alguns hábitos diários beneficiam, e muito, os olhos.

Segundo a médica Liana Iglesias, é possível proteger a visão de maneira fácil, prática e barata. “Muitos pensam que para ter saúde é preciso gastar muito, mas não é bem assim. Basta abandonar práticas que, sem perceber, prejudicam os olhos”, garante.

Além das visitas periódicas ao médico, dormir entre seis e oito horas por noite, utilizar maquilhagem certificada e não se automedicar com colírios e lubrificantes sem prescrição são alguns dos cuidados que todos devem ter. 

Abaixo, a especialista dá oito dicas de cuidados diários para ter e manter os olhos sempre saudáveis:

1. Alimentação equilibrada: nada de excesso de sal, fritos, açúcar e carne vermelha. Invista numa dieta rica em frutas e vegetais, como cenoura e espinafres, que diminuem a degeneração natural ocular e aumentm o alcance visual. Não se esqueça de ingerir pelo menos dois litros de água por dia para se hidratar.

2. Cigarro: também prejudica a saúde dos olhos, pois aumenta significativamente o risco de desenvolver alguns tipos de cataratas. isto porque o tabaco contém substâncias que, quando inaladas, alteram o metabolismo das estruturas oculares. Este processo acelera o envelhecimento e favorece o desenvolvimento de doenças oculares e problemas de visão antes do esperado.

3. Óculos e sol: o seu uso é imprescindível não apenas para os dias soalheiros, pois, mesmo com o tempo nublado, há incidência de raios ultravioleta. Por isso, o acessório é fundamental para que a radiação solar não cause danos nos olhos. É importante certificar-se da qualidade e da autenticidade do produto, bem como se tem proteção contra os raios ultravioleta (UVA e UVB). Não se deve usar óculos sem garantia e, muito menos, falsificados.

4. Maquilhagem: utilize apenas as marcas regulamentadas pelos órgãos de saúde. Não se esqueça de verificar se os produtos são dermatologicamente testados e estão dentro da validade para não correr o risco de ter dermatite ou conjuntivite tóxica. Partilhar o lápis dos olhos, rímel e demais itens com outras pessoas contamina a maquilhagem. E, jamais durma sem lavar o rosto, principalmente sem retirar o rímel dos olhos. Caso sinta comichão, olhos secos, fotofobia ou qualquer irritação após aplicar algum produto, interrompa imediatamente o seu uso e procure o oftalmologista.

5. Automedicação: usar colírios e lubrificantes para aliviar a sensação de secura ou de irritação nos olhos, sem a recomendação médica, pode provocar problemas graves. Isto porque alguns medicamentos podem resultar no aumento da pressão arterial e da pressão ocular, além da contração dos vasos nos olhos, taquicardia, asma, depressão e até algumas doenças oculares irreversíveis, entre elas, a cegueira.

6. Hora do sono: dormir pouco também prejudica a visão porque um pigmento da retina sensível à luz regenera-se durante o sono. A lubrificação dos olhos também é afetada com menos de seis ou oito horas na cama. Os distúrbios do sono ainda comprometem a imunidade, pois diminuem a capacidade do organismo de combater infecções.

7. Lentes de contacto: devem ser utilizadam sempre durante o período indicado, cerca de 12 horas por dia, e nunca se deve dormir com elas, para que não atrapalharem a oxigenação dos olhos, aumentando o risco de infeções e deformidades na córnea. Para a limpeza das lentes deve utilizar produtos adequados e jamais usar água da torneira ou qualquer outra solução sem orientação médica para não contaminar o material.

8. Consultas regulares: são fundamentais em todas as fases da vida, desde o nascimento. Isto porque, as doenças podem aparecer em qualquer fase da vida. Na adolescência, por exemplo, é comum os jovens apresentarem sinais de cansaço visual e dor de cabeça – o que pode indicar alterações refractivas, como Astigmatismo, Miopia e Hipermetropia. E, após os 40 anos, as pessoas ficam mais suscetíveis a outras doenças que afetam a visão, como catarata.

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