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Estivemos a acompanhar a Semana da Moda de Paris e tirámos notas

O que vão vestir as mulheres daqui para a frente? A alta costura voltou a desfilar na clássica capital da moda. Agora, o Lifestyle ao Minuto aponta as principais tendências.

Esta quinta-feira, dia 25, despedimo-nos de uma das mais aguardadas semanas da moda. Uma vez mais, Paris recebeu as propostas dos titãs da indústria, como Dior, Schiaparelli, Chanel, Giambattista Valli,  Elie Saab, Jean Paul Gaultier, Zuhair Murad, Valentino e Fendi. Agora, resta-nos olhar para as principais tendências que nos fazem sonhar com as estações que se avizinham.

Para a próxima estação, Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da linha feminina da Dior,  mantém-se fiel a si mesma. Nesta coleção 'haute-couture', Chiuri revisitou os arquivos da 'maison'. A designer desconstruiu o clássico La Cígale, criado por Christian Dior em 1952, que regressa à passarela, mas sem corpete. A servir de cenário, em pleno Museu Rodin, esteve a exposição 'Big Aura' de Isabella Ducrot, de 93 anos, inspirada nas vestimentas dos sultões otomanos.

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A marca volta a introduzir no guarda-roupa da estação as transparências, os bordados, o veludo, o cetim e os tecidos estruturados como o moiré, semelhante ao tafetá e muito usado em coleções mais antigas da Dior, além de longos plissados com capas. Franjas e pedrarias também estiveram em destaque no desfile, que uniu o presente ao passado.  

Na Schiaparelli, Daniel Roseberry surpreendeu com um desfile ciberpunk. As suas propostas foram como que uma reflexão sobre a relação entre humanidade e tecnologia. A abrir o desfile, a modelo Maggie Maurer surgiu com um 'bebé' aos braços, que parecia ter saído diretamente de um filme de ficção.

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Fazendo uma justa homenagem a Elsa Schiaparelli, as propostas de Roseberry tiveram o exagero que lhes é característico. Os destaques foram certamente os ombros exagerados, as calças com cinturas absurdamente bem definidas e conjuntos vindos de um cenário distópico.

Com uma clara inspiração na dança clássica, Virginie Viard encheu o Grand Palais Éphémère, em Paris, de tule e meias brancas com toda a pompa e circunstância a que a Chanel já nos habituou. Delicada, subtil e com um 'je ne sais quoi', a marca apresentou 56 peças ao som de música clássica e de... Kendrick Lamar. Renda, tons claros e sobreposição foram apostas fortes.

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Na exuberante coleção de Giambattista Valli, o dramatismo esteve presente dos pés à cabeça. A rosa foi a principal inspiração, mas destacam-se ainda os modelos sumptuosos com flores em 3D, camadas generosas de tule, bordados e volumes dramáticos. Para complementar as criações, o 'hairstylist' Pier Paolo Lai apostou em rabos de cavalo com laços de veludo.

Na coleção de Simone Rocha para Jean Paul Gaultier, a designer irlandesa voltou a reinterpretar os códigos dramáticos e ousados do designer. Dos soutiens cónicos aos espartilhos e riscas, tudo surge mais delicado. Em Jean Paul Gaultier de Rocha também houve volumes, laços, fitas, transparências e flores.

Mas há mais, muito mais para ver. Percorra a fotogaleria acima.

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